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CIFest MADRID 2019

8 Agosto 2019 |by Fundacom | Comentários fechados em CIFest MADRID 2019 | Actualidad |

Te convidamos para participar do CIFest, o primeiro festival de inovação em Comunicação Interna! Será no dia 19 de setembro em Madrid! Todos os seguidores da Fundacom terão um desconto extra de 10%!

Lembre-se de mencioná-lo ao se inscrever!

Clique aqui para descobrir o CIFest.

CIFEST MADRID 2019

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Copa do Mundo Feminina: a virada do jogo nas empresas

8 Agosto 2019 |by Fundacom | Comentários fechados em Copa do Mundo Feminina: a virada do jogo nas empresas | Actualidad |

Para acompanhar os jogos, companhias ofereceram espaços com telões e TVs aos funcionários, criando um espaço de debate sobre a prática do esporte por mulheres.

A participação brasileira na Copa do Mundo de Futebol Feminino se encerrou nas oitavas de final, no dia 23 de junho. Mas durante toda a atuação das jogadoras do Brasil na competição, algumas empresas realizaram ações para que seus funcionários não perdessem os principais lances das partidas.

Em geral, as companhias que se engajaram adotaram as mesmas ações internas da Copa masculina de 2018. É uma virada de chave. Se até pouco tempo atrás grande parte das pessoas sequer sabia que havia uma Copa do Mundo feminina acontecendo, a oitava edição mostrou-se diferente. Um dos motivos foi a transmissão inédita dos jogos na TV Globo, pelo potencial de visibilidade da maior emissora do país. Estima-se que, no domingo, dia 23, mais de 30 milhões de telespectadores assistiram à derrota da seleção brasileira para as anfitriãs francesas.

Tal mudança tem a ver com as próprias transformações da sociedade. O debate sobre direitos das mulheres e desigualdades de gênero, inclusive no esporte, nunca foi tão grande. As empresas estão atentas a esse movimento e começaram a entender a importância de incluir as mulheres nos esportes. Assim, durante a Copa feminina, além de desenvolver com seus funcionários ações de engajamento com os jogos da seleção, as empresas tiveram a chance de discutir questões relacionadas à equidade de gênero.

Na Bayer, por exemplo, salas e auditórios das unidades da empresa em todo o Brasil foram reservados para que os jogos pudessem ser exibidos aos seus funcionários, que tiveram ainda comidas e bebidas à disposição. Antes das partidas, houve encontros para falar sobre visibilidade no esporte para mulheres, com participação das jogadoras do time de futebol da empresa. Essa foi uma iniciativa da equipe de Recursos Humanos, das jogadoras do time de futebol da Bayer e do All In, grupo responsável por ações de equidade de gênero e que integra o Comitê da Diversidade na empresa.

A diretora de Farmacovigilância da Bayer, Cibele Rudge, líder do All In, diz que esse foi um passo muito importante em prol da diversidade na empresa: “Sempre que tivermos a oportunidade de mudar um comportamento em busca da equidade de gênero, vamos discutir e trazer para a realidade da Bayer. Nós queremos estimular os questionamentos sociais e pôr em prática algumas ações que podem fazer a diferença na mudança de comportamentos culturais”.

Além da transmissão dos jogos da Seleção Brasileira, algumas empresas ainda investiram em ações de comunicação para envolver todos os funcionários em torno da competição. Esse foi o caso da SAP, que criou uma campanha com e-mails, convites na agenda e vinhetas na TV interna para incentivar a participação dos profissionais da empresa em torno das partidas das brasileiras.

Luciana Coen, diretora de Comunicação Integrada e Responsabilidade Social da SAP Brasil, afirma que “a ação é exatamente igual à realizada em jogos do Brasil que caíram em dias úteis, na Copa do Mundo do ano passado”. Para os momentos dos jogos, o escritório da empresa, em São Paulo, recebeu uma decoração especial e todos os funcionários puderam torcer utilizando acessórios e bandeiras. Assim como na Bayer, também foram servidas comidas e bebidas a todos os que acompanharam os jogos.

Avon, que está sempre envolvida com o movimento global de empoderamento feminino, além de disponibilizar TVs com a transmissão dos jogos em pontos estratégicos da empresa, também liberou os profissionais que quisessem assistir em casa. Como resultado, a empresa teve um feedback muito positivo dos funcionários, que se engajaram na ação e passaram a decorar os espaços de trabalho e a se vestir de verde e amarelo nos dias das partidas. “Esta é a primeira vez que demos este destaque à Copa do Mundo Feminina, mas a Avon já patrocinou, no Brasil e na Inglaterra, times femininos de futebol, porque entendemos que o esporte é um dos espaços em que devemos entrar em campo ao lado das mulheres”, afirma Daniela Grelin, diretora executiva do Instituto Avon.

Já o Grupo Boticário criou a campanha #ComVocêEuJogoMelhor, um movimento que reuniu 150 empresas para falar sobre a diversidade, usando como gancho a competição feminina de futebol. Essa foi uma forma de dar também mais visibilidade às jogadoras brasileiras, a partir de iniciativas que incentivaram o público a acompanhar os jogos. A ideia foi criar uma plataforma online para que atuasse como um ambiente de aprendizado para as mais de 140 mil pessoas envolvidas, além de atrair um maior apoio de patrocinadores para a equipe. Empresas como UnileverRocheMerck e Sicredi, e agências como CDI ComunicaçãoAção Integrada e Supera Comunicação, todas associadas à Aberje, aderiram à campanha.

Outras empresas também desenvolveram ações durante os jogos do Brasil na Copa do Mundo de Futebol Feminino, como UnisysSouza CruzNetlifeVotorantim CimentosHenkelSuzanoBRK AmbientalTextualBR DistribuidoraEnelSodexo e White Martins.

unisys
Comunicado interno enviado aos funcionários da Unisys.
 

votorantim-cimentos_post-linkedin
Post da Votorantim Cimentos nas redes sociais.

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Dircom apresenta o Anuário de Comunicação 2019 com as cinco tendências que marcarão o futuro da comunicação

8 Agosto 2019 |by Fundacom | Comentários fechados em Dircom apresenta o Anuário de Comunicação 2019 com as cinco tendências que marcarão o futuro da comunicação | Actualidad | ,

XXVI ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DE DIRCOM

  • A Ministra da Educação, Isabel Celaá, encerra a XXVI Assembleia Geral da Dircom.
  • Isabel Celaá destacou a importância da educação, da comunicação social e dos valores para nos convertermos em uma sociedade responsável.
  • De acordo com o Anuário de Comunicação, 64% dos consumidores irão escolher, mudar, evitar ou boicotar uma marca com base em questões políticas ou sociais.
  • Mais de 350 profissionais participaram da apresentação do Anuário de Comunicação, que também foi transmitida pelo Facebook Live.

Madri, 03 de julho de 2019. A Associação de Diretores de Comunicação, Dircom, realizou nesta quarta-feira, 3 de julho, na CaixaForum Madrid, diante de mais de 350 participantes, sua XXVI Assembleia Geral, quando foi apresentado o Anuário de Comunicação 2019.

Anuario_Dircom_2019_Auditorio

Isabel Celaá, Ministra da Educação e Formação Profissional e porta-voz do Governo, participou durante a Assembleia da Dircom, indicando que “toda nossa cultura é comunicação, de Altamira às tatuagens das tribos urbanas, mas a comunicação mais importante é guiada pela educação”.

Celaá, por sua vez, também se referiu à educação como a ferramenta-chave para a igualdade de oportunidades e como “o petróleo dos nossos dias, um fator econômico de primeira ordem”.

A abertura da jornada ficou a cargo de Miguel López-Quesada, presidente da Dircom, que lembrou que “os dircoms temos em nossas mãos a reputação e a coerência dos valores de nossas organizações”, enfatizando o desafio que é buscar alinhar a estratégia de negócios para garantir o sucesso.

López-Quesada, juntamente com o Diretor Geral da Fundação Bancária ‘la Caixa’, Jaume Giró, tiveram uma interessante conversa sobre a transformação da sociedade e o futuro da profissão do comunicador.

Giró assegurou que “a educação é a pedra angular da estrutura de um país e o novo paradigma passa por preparar os jovens em quatro competências chave: pensamento crítico, criatividade, comunicação e trabalho em equipe”.

Da mesma forma, o diretor da Fundação Bancária “la Caixa” destacou o grande trabalho dos meios de comunicação, já que “os dircoms precisam deles para buscar a veracidade e objetividade juntos. Temos que apostar na transparência e nobreza no jogo, o jornalismo nunca deve morrer”.

Por outro lado, López-Quesada adiantou que “o dircom é uma profissão que está sendo rejuvenescida, e os profissionais que se incorporam agora terão que aprender muito mais rápido do que nós, que levamos mais tempo”.

A jornada transcorreu, também, com a participação de duas apresentações chave. Mario Páez, CFO do Campofrío Food Group, detalhou como sua empresa se tornou referência de uma marca com propósito: “Nosso propósito é gerar valor nas pessoas, não apenas entregar um produto, mas também um valor agregado, como uma emoção ou compartilhar momentos interessantes”.

A intervenção de Luis Pardo, CEO da SAGE Iberia, tratou da importância das pessoas, e afirmou que “são as pessoas com o seu conhecimento, liderança e tomada de decisões que têm o verdadeiro poder de transformar digitalmente a cultura corporativa”.

Por sua parte, José Fernández-Álava de la Vega, diretor geral da Dircom, apresentou as cinco tendências que estão incluídas na 23ª edição da publicação de referência para comunicadores.

Os temas que marcarão o futuro da comunicação são Ética e Verdade, Blockchain e Comunicação, Comunicação e Pessoas, Marcas com Propósito e Mensuração. Além disso, o Anuário de Comunicação inclui uma tendência estrutural que indica as onze competências globais que um dircom deve ter.

O evento, que teve um alto nível de representação institucional, como CEOs, autoridades políticas e empresariais, foi conduzido pela jornalista Ana Samboal e teve tradução simultânea para a linguagem de sinais da Ilunion. Da mesma forma, uma cópia do Anuário de Comunicação Dircom 2019, patrocinado pela Kantar e Mediaset, foi entregue a todos os participantes.

Miguel L¢pez-Quesada, Isabel Cela†, Jaume Gir¢ y Eduardo BartolomÇ

Notícias em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=09gOBnInV9U&list=PLy2iNviDlJVB-3eS5O4hwTg3E2do0pf7O&index=1

Entrevista com Mario Páez: https://www.youtube.com/watch?v=K7sXBuJh4Ug&list=PLy2iNviDlJVB-3eS5O4hwTg3E2do0pf7O&index=2

Entrevista com Luis Pardo: https://www.youtube.com/watch?v=ek2VQ60IcRM&list=PLy2iNviDlJVB-3eS5O4hwTg3E2do0pf7O&index=3

Apresentação da ministra: https://www.youtube.com/watch?v=7sRarKGl4cQ&list=PLy2iNviDlJVB-3eS5O4hwTg3E2do0pf7O&index=4

O que é a Dircom

A Dircom é a associação profissional que reúne diretores e profissionais de comunicação de empresas, instituições e consultores na Espanha.

Fundada em 1992, sua visão é dar destaque à função da comunicação e do diretor de comunicação nas organizações para que tal competência e seus responsáveis sejam considerados como uma área e uma diretoria estratégicas.

Atualmente, possui mais de 1.000 associados e 8 delegações em Aragão, Canárias, Castela e Leão, Catalunha, Galícia, Comunidade Valenciana e Região de Múrcia, zona Norte e Andaluzia.

 

Para mais informações você pode entrar em contato:

Departamento de comunicação da Dircom.

Telefone: +34 917021377 ramal 4 | comunicacion@dircom.org

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Conclusões: II Cimeira Ibero-Americana de Comunicação Estratégica

23 Julho 2019 |by Fundacom | Comentários fechados em Conclusões: II Cimeira Ibero-Americana de Comunicação Estratégica | Actualidad

A segunda edição da Cimeira Ibero-Americana de Comunicação Estratégica, CIBECOM’2019, foi realizada em Madri nos dias 8, 9 e 10 de maio de 2019 sob o tema “Tecnologia, Emoção e Adaptação, fundamentos de um novo mundo”.

A cimeira, que compensou as emissões de carbono emitidas para sua celebração, contou com 250 participantes procedentes da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Espanha, Equador, Guatemala, México, Panamá, Portugal e República Dominicana. 60% dos participantes vieram da América Latina, enquanto 40% eram de origem europeia. O equilíbrio de gênero era absoluto (50%/50%) e, entre os palestrantes, havia 43% mulheres/57% homens entre as 65 pessoas que comandaram as conferências durante a CIBECOM’2019.

Rebeca Grynspan, Secretária Geral Ibero-Americana e autoridade máxima da SEGIB, a instituição organizadora da Cúpula Ibero-Americana de Chefes de Estado e de Governo, inaugurou a CIBECOM’2019, junto a Narciso Casado, Secretário Permanente da Confederação Empresarial Ibero-Americana, e Miguel López-Quesada, presidente da Fundacom.

Durante o primeiro dia foram realizados quatro workshops, com lotação máxima, e, em seguida, foi apresentada a nova edição do Latin-American Communication Monitor. Posteriormente, discutiu-se a importância das marcas nos diferentes países ibero-americanos.

Já no segundo dia de evento, tiveram início as conferências divididas nos três eixos temáticos (tecnologia, emoção e adaptação), que resultaram em interessantes conclusões:

TECNOLOGIA

A comunicação exige cada vez mais tecnologia, mas, se não houver um componente emocional nessa equação, ela não será eficaz. A tecnologia também permite antecipar cenários e comportamentos mediante à obtenção de dados e geração de análises e, com isso, tomar decisões melhores.

A comunicação exige novas métricas baseadas em Smart Data para determinar a importância dos intangíveis no processo de criação de valor para as organizações. A medição dos impactos midiáticos deve dar lugar à medição do impacto nas atitudes e comportamentos relacionados com os objetivos do negócio. Os segredos para isso são a diferenciação não-copiável, a geração de confiança e a legitimidade social para operar.

A Inteligência Artificial está impactando cada vez mais na linguagem, no reconhecimento de imagens e, sobretudo, no campo da voz, que representa o próximo salto qualitativo. Durante os próximos anos, irão surgir diversos tipos de assistentes virtuais comandados por voz, que passarão no teste de Turing sem nenhum problema. Evoluimos do machine learning – máquinas que aprendem com os humanos – ao deep learning – máquinas que aprendem entre si mesmas.

A Inteligência Artificial será responsável pelo trabalho intelectual, como o processamento da linguagem escrita e visual, enquanto as pessoas se encarregarão das áreas de desenvolvimento que nos caracterizam como seres humanos: a gestão estratégica das emoções. As pessoas estarão encarregadas das funções mais estratégicas, enquanto as máquinas farão as atividades mais operacionais. Vamos viver na era da gestão híbrida da comunicação.

O blockchain entrará fortemente no setor de comunicação, dada a transparência e veracidade das informações que aporta. Graças a isso, será possível prestar contas de forma aberta e pública, com toda geração de confiança que isso implica.

A tecnologia, em suma, permitirá um novo modelo de governança graças ao que se classifica como “datacracy”, um ambiente em que o uso inteligente de dados favorece a participação cidadã e a prestação de contas por parte das organizações.

EMOÇÕES

São fundamentais na tomada de decisões e na geração de comportamentos, já que estão atrelados aos sentimentos suscitados no público e que acabam gerando atitudes duradouras que levam à configuração de comportamentos. As emoções são o passo inicial do processo de ativação de comportamentos.

No que diz respeito à gestão de emoções, é essencial fazer a pergunta “O que nos torna únicos?” A resposta é o que nos permitirá construir um posicionamento diferencial, genuíno e autêntico que nos revestirá de uma aura emocional, de uma atitude.

As organizações que tenham mais claro seu propósito corporativo obterão maior facilidade em alcançar esse posicionamento diferenciado que gera identificação e conexão autêntica com as pessoas que desejamos que sejam nossos prescritores. Assumir riscos ou posicionar-se em defesa de certas causas ou de assuntos de interesse geral são algumas das opções para promover o advocacy em relação à nossa marca. As questões sociais geram proximidade e vínculo emocional entre a marca e seus stakeholders, desde que haja empatia, escuta ativa e autenticidade.

Os componentes com maior carga emocional estão relacionados à família, ao bem-estar pessoal, ao meio ambiente, aos aspectos sociais e à infância. Por outro lado, os stakeholders mais sensíveis à carga emocional na comunicação corporativa são os empregados e a sociedade em geral, seguidos pelos clientes e investidores.

ADAPTAÇÃO

As organizações que optam por uma abordagem mais humanista e se esforçam para conhecer exaustivamente seus stakeholders (estilos de vida, valores, temas de interesse…) têm melhores resultados em termos de recomendação, vinculação, rentabilidade e crescimento nas vendas, entre outros fatores. Mas, por enquanto, apenas uma minoria de empresas se compromete com esses esforços.

Os funcionários, juntamente a especialistas e acadêmicos, são os atores sociais que geram mais confiança. A comunicação interna, portanto, é extremamente importante. A reputação nasce de dentro da organização para, depois, seguir para fora dela.

Somente sendo responsável e íntegro é possível operar nos mercados do século XXI. É a melhor maneira de gerar valor econômico, ético, social e ambiental. Trata-se de um capitalismo mais inclusivo, sustentável e humanista.

As empresas que não estão conscientes da inclusão, diversidade, conciliação e direitos humanos não terão lugar no mundo empresarial do futuro. Tampouco aquelas que não prestem contas de sua atividade e não demonstrem um compromisso explícito e verificável com as preocupações sociais. Os valores corporativos são vitais neste caso. De fato, os fundos de investimento estão priorizando as empresas que colocam a diversidade e a igualdade no centro de sua cultura corporativa. O impacto positivo no negócio, portanto, é óbvio.

Por essa razão, todos estão de acordo que a diversidade, a inclusão e a ética estarão no centro das empresas do futuro. Aquelas que não internalizarem esses aspectos fundamentais estarão condenadas ao desaparecimento, já que o público, o setor privado e o terceiro setor estarão unidos, o que trará um grande valor à vida das pessoas. Portanto, os CEOs não devem se comprometer apenas com sua organização, mas também com as questões mais relevantes para a sociedade, usando a tecnologia e recorrendo às emoções de maneira ética.

AVALIAÇÃO

Os participantes avaliaram que a Cibecom havia atendido às suas expectativas de participação em uma escala de 7,80 (na nota máxima de 10) e também 95% afirmaram recomendariam o evento a outros profissionais de comunicação.

A atividade mais bem avaliada foi a palestra sobre “Como a IA substituirá o comunicador?”. O bate-papo “Emoção como estratégia” ocupou a segunda posição, enquanto a mesa-redonda “Diversidade e inclusão, a prioridade na agenda dos CEOs” foi a terceira atividade que mais atraiu a atenção.

Os palestrantes mais bem avaliados, depois da espanhola Carme Artigas, da Synergic Partners (Telefónica), foram o chileno Pelayo Bezanilla, da Coca Cola, e o músico uruguaio Jorge Drexler. Vale ressaltar que os palestrantes da CIBECOM’2019 vieram de 17 países diferentes.

Finalmente, a avaliação da atenção pessoal oferecida aos participantes se manteve em um nível excepcional, com uma média de 8,49 em 10 pontos.

A CIBECOM’2019 foi encerrada como um grande sucesso que, sem dúvida, será superado na edição da CIBECOM’2021, que será realizada em São Paulo.

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CEMENTOS PROGRESO GANHA O PRÊMIO FUNDACOM 2019 DE MELHOR ESTRATÉGIA GLOBAL DE COMUNICAÇÃO

21 Junho 2019 |by Fundacom | 0 Comments | Actualidad |

Mais de 180 organizações participaram desta terceira edição dos Prêmios Fundacom

Madri, 8 de maio de 2019.- Fundacom, a fundação para a promoção da comunicação em espanhol e português no mundo, concedeu hoje, no Palácio de Viñuelas, em Madri (Espanha), o prêmio de Melhor Estratégia Global de Comunicação Corporativa à empresa guatemalteca Cementos Progreso por seu projeto “Voces Progreso”.

Durante o evento, Miguel López-Quesada, presidente da fundação, entregou dois prêmios de reconhecimento por “uma vida dedicada à comunicação”:

a Paulo Nassar, presidente da Aberje, e a Joan Costa, presidente do Joan Costa Institute.

Mais de 180 organizações de diferentes países da Ibero-América participaram desta III edição dos Prêmios Fundacom, em que competiram mais de 235 projetos em diferentes categorias.

Nas categorias correspondentes à melhor campanha, as empresas ALURRALDE JASPER + ASOC. + MCDONALD’S ARGENTINA, ONTIER e BBDO ESPAÑA / TIEMPO BBDO + FUNDACIÓN VICENTE FERRER receberam o prêmio de “Melhor campanha externa” de acordo com o setor a que pertencem. Logo após, a CEPSA + BBDO ESPAÑA / CONTRAPUNTO BBDO e a NOVARTIS foram as vencedoras de “Melhor Campanha Interna”, no âmbito transnacional e nacional, respectivamente. Em relação às campanhas integradas, a EDESUR DOMINICANA foi vencedora na categoria “Campanha de Mudança Organizacional”, PROYECTO LIBERA + SEO BIRD LIFE / ECOEMBES em “Campanha em Redes Sociais” e LLYC ESPAÑA + COCA-COLA ESPAÑA na premiação de melhor “Campanha de Inovação em Comunicação”.

Em Gestão Responsável, os vencedores foram a MOVISTAR e o GRUPO RENAULT.

Além dos já mencionados, na área de eventos, o GRUPO RENAULT e a GALP ENERGIA + DESAFIO GLOBAL foram os ganhadores nas categorias de “Evento Interno” de até 500 trabalhadores e para mais de 500 trabalhadores, respectivamente; por sua vez, EGF – EMPRESA GERAL DE FOMENTO e EDELMAN MÉXICO + BOOKING.COM foram os vencedores nas duas categorias de “Evento Externo“.

Por fim, no que diz respeito às publicações, as empresas CAP, PRODIGIOSO VOLCÁN + IESE BUSINESS SCHOOL e WEADDYOU + CHOVÍ foram as ganhadoras; além disso, EDP – ENERGIAS DE PORTUGAL, CTT – CORREIOS DE PORTUGAL, SUPERVIA TRENS URBANOS e GRUPO RENAULT obtiveram o primeiro lugar nas 4 categorias de “ Multimídia & Digital“.

Miguel López Quesada, presidente da Fundacom, e António Rapoula, coordenador dos Prêmios, agradeceram a todos os participantes e expressaram a importância de as organizações de língua espanhola e portuguesa criarem espaços para partilhar boas práticas e trabalharem a favor da relevância da comunicação para o desenvolvimento das organizações, dos países e das sociedades.

Conheça os vencedores dos Prêmios Fundacom 2019

Sobre a Fundacom

A Fundacom é uma entidade sem fins lucrativos formada pelas doze principais associações de comunicadores da Ibero-América, representando mais de 7.000 diretores e profissionais de comunicação. Seu objetivo é promover o trabalho desses profissionais como executivos-chaves na gestão empresarial do século 21 nos países de língua espanhola e portuguesa. As associações integrantes da Fundacom são: Aberje (Brasil), APCE (Portugal), Asodircom (República Dominicana), AURP (Uruguai), CICOM e PRORP (México), CECORP (Colômbia), CPRP e Círculo Dircoms (Argentina), FOCCO (Chile) Dircom (Espanha) e Dircom Guatemala (Guatemala).

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Resumo CIBECOM 2019

21 Junho 2019 |by Fundacom | 0 Comments | Actualidad |

A segunda edição da Cimeira Ibero-Americana de Comunicação Estratégica, CIBECOM’2019, foi realizada em Madri nos dias 8, 9 e 10 de maio de 2019 sob o tema “Tecnologia, Emoção e Adaptação, fundamentos de um novo mundo”.

A cimeira, que compensou as emissões de carbono emitidas para sua celebração, contou com 250 participantes procedentes da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Espanha, Equador, Guatemala, México, Panamá, Portugal e República Dominicana. 60% dos participantes vieram da América Latina, enquanto 40% eram de origem europeia. O equilíbrio de gênero era absoluto (50%/50%) e, entre os palestrantes, havia 43% mulheres/57% homens entre as 65 pessoas que comandaram as conferências durante a CIBECOM’2019.

Rebeca Grynspan, Secretária Geral Ibero-Americana e autoridade máxima da SEGIB, a instituição organizadora da Cúpula Ibero-Americana de Chefes de Estado e de Governo, inaugurou a CIBECOM’2019, junto a Narciso Casado, Secretário Permanente da Confederação Empresarial Ibero-Americana, e Miguel López-Quesada, presidente da Fundacom.

Durante o primeiro dia foram realizados quatro workshops, com lotação máxima, e, em seguida, foi apresentada a nova edição do Latin-American Communication Monitor. Posteriormente, discutiu-se a importância das marcas nos diferentes países ibero-americanos.

Já no segundo dia de evento, tiveram início as conferências divididas nos três eixos temáticos (tecnologia, emoção e adaptação), que resultaram em interessantes conclusões:

TECNOLOGIA

A comunicação exige cada vez mais tecnologia, mas, se não houver um componente emocional nessa equação, ela não será eficaz. A tecnologia também permite antecipar cenários e comportamentos mediante à obtenção de dados e geração de análises e, com isso, tomar decisões melhores.

A comunicação exige novas métricas baseadas em Smart Data para determinar a importância dos intangíveis no processo de criação de valor para as organizações. A medição dos impactos midiáticos deve dar lugar à medição do impacto nas atitudes e comportamentos relacionados com os objetivos do negócio. Os segredos para isso são a diferenciação não-copiável, a geração de confiança e a legitimidade social para operar.

A Inteligência Artificial está impactando cada vez mais na linguagem, no reconhecimento de imagens e, sobretudo, no campo da voz, que representa o próximo salto qualitativo. Durante os próximos anos, irão surgir diversos tipos de assistentes virtuais comandados por voz, que passarão no teste de Turing sem nenhum problema. Evoluimos do machine learning – máquinas que aprendem com os humanos – ao deep learning – máquinas que aprendem entre si mesmas.

A Inteligência Artificial será responsável pelo trabalho intelectual, como o processamento da linguagem escrita e visual, enquanto as pessoas se encarregarão das áreas de desenvolvimento que nos caracterizam como seres humanos: a gestão estratégica das emoções. As pessoas estarão encarregadas das funções mais estratégicas, enquanto as máquinas farão as atividades mais operacionais. Vamos viver na era da gestão híbrida da comunicação.

O blockchain entrará fortemente no setor de comunicação, dada a transparência e veracidade das informações que aporta. Graças a isso, será possível prestar contas de forma aberta e pública, com toda geração de confiança que isso implica.

A tecnologia, em suma, permitirá um novo modelo de governança graças ao que se classifica como “datacracy”, um ambiente em que o uso inteligente de dados favorece a participação cidadã e a prestação de contas por parte das organizações.

EMOÇÕES

São fundamentais na tomada de decisões e na geração de comportamentos, já que estão atrelados aos sentimentos suscitados no público e que acabam gerando atitudes duradouras que levam à configuração de comportamentos. As emoções são o passo inicial do processo de ativação de comportamentos.

No que diz respeito à gestão de emoções, é essencial fazer a pergunta “O que nos torna únicos?” A resposta é o que nos permitirá construir um posicionamento diferencial, genuíno e autêntico que nos revestirá de uma aura emocional, de uma atitude.

As organizações que tenham mais claro seu propósito corporativo obterão maior facilidade em alcançar esse posicionamento diferenciado que gera identificação e conexão autêntica com as pessoas que desejamos que sejam nossos prescritores. Assumir riscos ou posicionar-se em defesa de certas causas ou de assuntos de interesse geral são algumas das opções para promover o advocacy em relação à nossa marca. As questões sociais geram proximidade e vínculo emocional entre a marca e seus stakeholders, desde que haja empatia, escuta ativa e autenticidade.

Os componentes com maior carga emocional estão relacionados à família, ao bem-estar pessoal, ao meio ambiente, aos aspectos sociais e à infância. Por outro lado, os stakeholders mais sensíveis à carga emocional na comunicação corporativa são os empregados e a sociedade em geral, seguidos pelos clientes e investidores.

ADAPTAÇÃO

As organizações que optam por uma abordagem mais humanista e se esforçam para conhecer exaustivamente seus stakeholders (estilos de vida, valores, temas de interesse…) têm melhores resultados em termos de recomendação, vinculação, rentabilidade e crescimento nas vendas, entre outros fatores. Mas, por enquanto, apenas uma minoria de empresas se compromete com esses esforços.

Os funcionários, juntamente a especialistas e acadêmicos, são os atores sociais que geram mais confiança. A comunicação interna, portanto, é extremamente importante. A reputação nasce de dentro da organização para, depois, seguir para fora dela.

Somente sendo responsável e íntegro é possível operar nos mercados do século XXI. É a melhor maneira de gerar valor econômico, ético, social e ambiental. Trata-se de um capitalismo mais inclusivo, sustentável e humanista.

As empresas que não estão conscientes da inclusão, diversidade, conciliação e direitos humanos não terão lugar no mundo empresarial do futuro. Tampouco aquelas que não prestem contas de sua atividade e não demonstrem um compromisso explícito e verificável com as preocupações sociais. Os valores corporativos são vitais neste caso. De fato, os fundos de investimento estão priorizando as empresas que colocam a diversidade e a igualdade no centro de sua cultura corporativa. O impacto positivo no negócio, portanto, é óbvio.

Por essa razão, todos estão de acordo que a diversidade, a inclusão e a ética estarão no centro das empresas do futuro. Aquelas que não internalizarem esses aspectos fundamentais estarão condenadas ao desaparecimento, já que o público, o setor privado e o terceiro setor estarão unidos, o que trará um grande valor à vida das pessoas. Portanto, os CEOs não devem se comprometer apenas com sua organização, mas também com as questões mais relevantes para a sociedade, usando a tecnologia e recorrendo às emoções de maneira ética.

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Prêmio Aberje chega à sua 45ª edição

21 Junho 2019 |by Fundacom | 0 Comments | Actualidad |

Premiação é considerada uma das mais importantes da Comunicação Corporativa do país

Há mais de 50 anos, o Prêmio Aberje reconhece e premia os profissionais e as organizações que mais se destacam na área da Comunicação Corporativa.  Em 2019, a premiação, com o objetivo de promover e divulgar os esforços e as iniciativas nesse segmento em todo o país, chega à sua 45ª edição. 

Em um total de 15 categorias, a premiação traz novidades para este ano, ao reformular e reorganizar pontos focais em três eixos: TEMAPÚBLICOS e MEIOS. Agora, por exemplo, comunicação de campanhas ou projetos de Diversidade ou de Compliance ganharam categorias próprias. Também foi incluído o público “influenciador” junto com imprensa. 

“Hoje, a Comunicação Corporativa tem novas bases, como propósito, engajamento, diversidade, ética e reputação. Algumas novas categorias buscam atender a essas transformações, ao mesmo tempo em que não deixamos de considerar meios e públicos. Por isso, sentimos a necessidade de atualizar e reformular o conteúdo da premiação, juntamente com o corpo de jurados, para alinhá-lo às novas perspectivas do setor”, explica Mirella Kowalski, gerente de premiações e eventos da Aberje. 

Dessa forma, o Prêmio Aberje mantém a tradição em promover e divulgar iniciativas inovadoras na área da Comunicação Corporativa em todo o país, ao mesmo tempo em que se adapta às mudanças sociais e de negócios. Além disso, a premiação continua com sua estrutura de governança, auditoria independente e corpo de jurados composto por pessoas experientes do mercado, que lhe conferem credibilidade e transparência.  

De esta manera, el Premio Aberje mantiene la tradición en promover y divulgar iniciativas innovadoras en el área de la Comunicación Corporativa en todo el país, al mismo tiempo que se adapta a los cambios sociales y de negocios. Además, la premiación continúa con su estructura de gobernanza, auditoría independiente y cuerpo de jurados compuesto por personas expertas del mercado, que le confieren credibilidad y transparencia.

Os vencedores do prêmio serão divulgados na cerimônia de premiação, em São Paulo, com data a ser definida. Em 2018, a Cerimônia de Premiação ocorreu na Casa Bisutti, em São Paulo, em uma grande festa para mais de 500 convidados. 

Mais informações sobre as etapas do prêmio, formato de entrega e defesa dos trabalhos, requisitos e critérios de julgamento e premiação:

www.aberje.com.br/premio 

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A Comunicação multiplataforma e seus profissionais, chave para o sucesso dos partidos políticos, Dircom.

21 Junho 2019 |by Fundacom | 0 Comments | Actualidad |
  • A luta contra as ‘fake news’ é um combate comum de todos os partidos
  • A comunicação política em tempos de eleições: estratégias e chaves

Responsáveis pela Comunicação dos principais partidos políticos da Espanha se reuniram para discutir as estratégias de comunicação das campanhas eleitorais, em uma conferência organizada pela Associação dos Dirigentes de Comunicação, Dircom, no auditório da Abertis, em Madri.

A mesa tratou de temas como a influência da mídia tradicional para mobilizar o voto, o papel das redes sociais nas campanhas eleitorais e os efeitos das ‘fake news’ nos resultados eleitorais.

Maritcha Ruiz, diretora de Comunicação do Partido Socialista Operário Espanhol, abriu o debate observando que “a campanha do Partido Socialista esteve mais aberta ao diálogo e agitada, por haver uma história por trás disso, os dez meses do governo de Pedro Sánchez”.

Por outro lado, Margalida Prohens, secretária de comunicação interna do Partido Popular, indicou, a respeito das próximas votações regionais e locais de 26 de maio, que são “eleições com maior liberdade, já que são marcadas por um perfil mais próprio, com especial importância para as mídias regional e local. Os eleitores concedem uma maior credibilidade e influência ao que consideram próximo”.

Sobre o papel das redes sociais na comunicação política, Juanma del Olmo, diretor da Comunicação do Podemos, assinalou que “não se trata de um meio tradicional de comunicação, mas devemos começar a localizá-lo e categorizá-lo. Dar uma resposta imediata é fundamental nesse momento”.

“Se o Vox existe, é graças às redes sociais”, disse Manuel Mariscal, vice-secretário de Comunicação do Vox. “As redes têm sido nossas principais porta-vozes e nos permitiram introduzir debates e questões que os meios de comunicação tradicional deixaram de fora, democratizando assim a comunicação.”

Marc Berruezo, responsável pela Comunicação do Ciudadanos, também expressou sua opinião sobre o assunto, e apontou que “as redes têm sido um elemento fundamental, e permitiram a medição e a segmentação de audiências, o que se reflete em vários pontos a favor”. Também destacou que “temos que estar alertas e mitigar as fake news que são divulgadas através das redes”.

Del Olmo (PODEMOS) foi crítico a respeito sobre a forma de “tornar digerível” a política por parte dos meios de comunicação, já que “se torna um produto de televisão e um reality show. Temos pesquisas a cada dois dias, porque transformam a política em um concurso e lhe dão elementos de entretenimento”.

Por sua parte, Mariscal (VOX) mencionou que “para o Vox, a mídia funciona mais como outro partido de oposição, e não é uma referência de informação objetiva e verdadeira“. Também se referiu à grave crise de credibilidade pela qual estão passando, considerando “algo negativo porque desempenham um papel fundamental para a população. Devem fazer uma autocrítica”.

Sobre a crise de confiança na informação também participou Prohens (PP), que ressaltou que “há também um debate de credibilidade nas redes sociais, e nos voltamos, cada vez mais, para um público mais crítico”. A deputada popular reivindicou uma política que vá “além dos 140 caracteres e do reality”, já que se deve priorizar uma política “calma e de debate, com uma análise mais profunda, ainda que seja menos chamativa e preencha menos espaços”.

A jornada, moderada por Carlota del Almo, diretora de Comunicação da Penguin Random House e tesoureira da Dircom, e por Alberto Estévez, diretor de Comunicação da CNMV e membro do conselho da Junta Diretiva da Dircom, concluiu o evento com uma mesa de debate com jornalistas, da qual participaram José Manuel Huesa, diretor geral da Servimedia, Gabriel Sanz, correspondente político da Vozpópuli, e Mariluz Peinado, responsável pela Verne.

Sobre a Dircom

Dircom é a associação profissional que agrupa na Espanha os gestores e profissionais da Comunicação de empresas, instituições e consultores.

Fundada em 1992, tem como visão valorizar o papel da comunicação e do diretor de comunicação nas organizações de tal forma que essa competência e seus gerentes sejam considerados uma área estratégica e gestora.

Atualmente, tem mais de 1.000 membros e 8 delegações em Aragão, Canárias, Castela e Leão, Catalunha, Galicia, Comunidade Valenciana e Región Múrcia, zona Norte e Andaluzia.

Links das entrevistas com os palestrantes:

  • Manuel Mariscal (VOX): https://www.youtube.com/watch?v=SCf7nng2zsA
  • Maritcha Ruiz (PSOE): https://www.youtube.com/watch?v=N2B406_OW-8
  • Margalida Prohens (PP): https://www.youtube.com/watch?v=-tqwPAZNszQ
  • Mesa resumen: https://www.youtube.com/watch?v=XTLZnKhuoDI
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Desafios da IA nas Relações Públicas

21 Junho 2019 |by Fundacom | 0 Comments | Actualidad | ,

A APCE recebeu Alastair McCapra, CEO do CIPR – Chartered Institute of Public Relations, numa conferência dedicada às Relações Públicas, no dia 5 de junho.

McCapra começou por abordar os resultados obtidos no estudo CIPR State of the Profession 2019, especialmente os desafios para a profissão e as discrepâncias entre as competências dos profissionais de comunicação seniores e o que é procurado aquando do recrutamento de profissionais mais jovens.

Após esta explicação, Alastair McCapra falou das questões da Inteligência Artificial (IA), mostrando as conclusões do grupo de trabalho #AIinPR (criado pelo CIPR para investigar esta área). Este grupo dividiu as ferramentas de IA disponíveis atualmente conforme o framework da Global Alliance, considerando o grau de complexidade da tecnologia. Principal conclusão: a IA ainda não consegue substituir os humanos em processos que impliquem decisão em “ethics, judgement and contextual awareness”.

A manhã culminou com participado debate entre o público e o CEO do CIPR, que apresentou vários casos práticos com aplicação de IA.

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Fórum Tendências APCE-PwC

21 Junho 2019 |by Fundacom | 0 Comments | Actualidad |

A APCE, em parceria com a PwC, realizou o Fórum Tendências, este ano dedicado ao tema “Disrupção: a nova Comunicação?”.

A primeira parte deste evento, que decorreu a 23 de abril, contou com os contributos dos Keynote Speakers Hugo Warner (PwC) e Tiago Farias (Carris), onde ambos deram várias ideias de como a disrupção está a acontecer, em especial na área da mobilidade.

Na segunda metade, um debate moderado por Joana Garoupa (Galp), reuniu especialistas como Alvaro Rodríguez (The Climate Reality Project), José Manuel Velasco (Global Alliance), Suzanne Peck (FEIEA e IoIC) e Hugo Warner, para discutir os inputs inicialmente abordados, com uma associação direta à comunicação.

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