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Mais de 100 projetos competem para ser reconhecidos como as melhores práticas em comunicação em espanhol ou português no mundo!

24 Fevereiro 2017 |by Fundacom | Comentários fechados em Mais de 100 projetos competem para ser reconhecidos como as melhores práticas em comunicação em espanhol ou português no mundo! | Actualidad, Actualidad CIBECOM, Noticias |

Premios Fundacom

Diversas organizações de 9 países iberoamericanos participaram na primeira edição dos Prémios Fundacom, que distinguem a excelência e as boas práticas das relações públicas e da comunicação organizacional, reconhecendo, assim, os melhores projectos produzidos e divulgados em espanhol e/ou Português. No total, foram apresentados 114 projetos.

Estes prémios são compostos por duas fases, uma nacional e uma internacional. No dia 5 de março serão anunciadas as candidaturas nomeadas para a fase final.

 

Cerimónia de entrega dos Prémios Fundacom

No dia 5 de abril, em Miami, coincidindo com o início daquela que será a 1ª Cimeira Iberoamericana de Comunicação Estratégica, CIBECOM’2017, terá lugar a cerimónia de entrega dos Prémios Fundacom, um evento caracterizado pelo prestígio e pela excelência.

Este evento terá lugar no Hilton Miami Downtown Hotel, às 19h00.

Tanto os Prémios Fundacom como a Cibecom permitem aos seus assistentes partilhar experiências e conhecimentos com os melhores nas áreas de comunicação, relações públicas e reputação.

 

Cibecom

A 1ª Cimeira Iberoamericana de Comunicação Estratégica é um evento único que permite ter, em primeira mão, a experiência de mais de 30 intervenientes: ex-presidentes de países, executivos-chefes e diretores de comunicação de empresas, sobre questões relacionadas com a reputação, a sustentabilidade e a transparência.

O seu lema é “Reputação, Sustentabilidade e Transparência: pilares do século XXI“.

 

Sobre a Fundacom

A Fundacom é uma organização sem fins lucrativos que tem o apoio das principais associações decomunicadores da Iberoamérica, e simboliza a união pelo desenvolvimento dos profissionais e directores de comunicação nos países de língua espanhola e portuguesa. As Associações fundadoras da Fundacom são: Aberje e Conferp (Brasil), APCE (Portugal), Asodircom (República Dominicana), AURP (Uruguai), CICOM e PRORP (México), CECORP (Colômbia), o CPRP e o Círculo Dircoms ( Argentina), FOCCO (Chile) e Dircom (Espanha).

Mais informação:

www.fundacom.lat

info@fundacom.lat

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Aberje premia melhores práticas da Comunicação Empresarial em 2016

2 Fevereiro 2017 |by Fundacom | Comentários fechados em Aberje premia melhores práticas da Comunicação Empresarial em 2016 | Actualidad, Actualidad CIBECOM, Noticias | , ,

Cerimônia de Premiação do Prêmio Aberje 2016 aconteceu na quinta-feira, 24 de novembro, em São Paulo

O Prêmio Aberje reconhece as melhores práticas da comunicação empresarial brasileira, estimulando, reconhecendo e divulgando os esforços e iniciativas na área da comunicação e dos relacionamentos. Por esse motivo, em 2013, foi eleito o mais importante prêmio do setor pela pesquisa Mapa da Comunicação Brasileira. Em 2016, os 170 jurados avaliaram mais de 210 projetos de 17 categorias, de mais de 120 empresas. Os vencedores nacionais foram revelados no dia 24 de novembro de 2016, na Cerimônia de Premiação, em São Paulo.

Desenvolver projetos, vencer desafios e tornar-se referência é o ciclo dessa premiação. São oportunidades para aperfeiçoar, modificar e colaborar com o desenvolvimento da comunicação e da sociedade brasileira. Além dos melhores cases de Comunicação, o Prêmio Aberje possui categorias que reconhecem os comunicadores, as empresas de mídia, o educador e a trajetória de comunicação de maior destaque do ano.

Confira a lista de vencedores do Prêmio Aberje 2016:

Cases vencedores

Comunicação de Marca

  • Colégios da Rede Marista, “Caixa de memórias: Relembrando os tempos de colégio”

Comunicação de Marketing

  • UNIMED-BH, “Lançamento do produto UNIMED Pleno”

Comunicação de Programas Voltados à Sustentabilidade Empresarial

  • NOVELIS, “Prêmio NOVELIS de Sustentabilidade”

Comunicação de Programas, Projetos e Ações Culturais

  • Natura Cosméticos, “Natura Musical: Uma década fazendo história na música brasileira”

Comunicação de Programas, Projetos e Ações Esportivas

  • Universidade Estácio de Sá, “Estácio de Sá Estácio no esporte – Formando campeões”

Comunicação e Organização de Eventos

  • THYSSENKRUPP CSA, “#CASAMENTAÇO – Casamento Comunitário”

Comunicação e Relacionamento com a Imprensa

  • AES Eletropaulo, “Sala energia de imprensa”

Comunicação e Relacionamento com a Sociedade

  • FIBRIA, “Nossa casa tem FIBRIA”

Comunicação e Relacionamento com o Consumidor

  • FRIBOI, “Academia da carne FRIBOI”

Comunicação e Relacionamento com o Público Interno

  • Grupo MARISTA, “Por mais olho no olho: O empoderamento dos gestores no processo de comunicação com os colaboradores”

Comunicação e Relacionamento Internacional

  • SAP Brasil, “SAP Spotlight tour – Posicionando o Brasil na mídia internacional como referência em soluções de tecnologia para diferentes setores da economia”

Comunicação Integrada

  • Norsk Hydro Brasil, “A Hydro, o a-ha, PARA SEMPRE”

Responsabilidade Histórica e Memória Empresarial

  • Rede Marista, “Memórias Maristas: histórias de amor e vida. Programa permanente de preservação e valorização da memória da Rede Marista”

Mídia Digital

  • Santander Brasil, “Linkedin santander universidades”

Mídia Audiovisual

  • PUERI DOMUS, “Pueri Videolab”

Mídia Impressa

  • Grupo Boticário, “Revista Essência”

Publicação Especial

  • FIBRIA, “Relatório FIBRIA 2015”

Comunicadores do Ano

  • Carina Almeida, presidente da Textual.
  • Daniela Schmitz, vice-presidente executiva de Comunicação Integrada da Edelman Significa.
  • Geraldo Magella, gerente de Comunicação Corporativa da Fibria.
  • Luciana Coen, diretora de Comunicação Integrada e Responsabilidade Social Corporativa da SAP.
  • Malu Weber, diretora de Comunicação Corporativa da Votorantim Cimentos.
  • Marco Cortinovis, diretor de Comunicação para América Latina da Pirelli.
  • Nelson Silveira*, diretor de Comunicação e Relações Públicas da GM (*vencedor também da votação online como Comunicador do Ano pela Audiência Aberje).
  • Saulo Passos, diretor Global de Comunicação e Marketing da Embraer.
  • Solange Fusco, Diretora de Comunicação Corporativa do Grupo Volvo América Latina.
  • Tania Magalhães, diretora de Comunicação da Pay Pal.

Mídias do Ano

  • Televisão
  • Grupo Bandeirantes de Comunicação – canais BandNews e Arte 1  e sua parceria com o jornal The New York Times

Mídia Portal

  • UOL

Plataforma Multimídia

  • Red Bull Basement

Mídia Digital

  • Infomoney/Bloomberg

Mídia Digital Especializada

  • YouTube da GE do Brasil

Conteúdo de Marca

  • Estúdio ABC

Educador do Ano

  • Maria Russell, professora e diretora da S. I. Newhouse School of Public Communications, da Universidade de Syracuse

Trajetória do Ano

  • Milton Jung, jornalista e apresentador da rádio CBN

Empresa do Ano

  • Fibria
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Reputação Corporativa, Carlos Bonilla

2 Fevereiro 2017 |by Fundacom | Comentários fechados em Reputação Corporativa, Carlos Bonilla | Actualidad, Actualidad CIBECOM, Noticias | ,

Um dos conceitos atualmente em voga em relações públicas é a reputação corporativa, que está ligada com o posicionamento da empresa em si perante seus interlocutores, além daquela que possuem os produtos que a mesma oferece ao mercado. Poderíamos considerar que existem três categorias de marcas. A de produto, a corporativa e a híbrida, que abarca às duas primeiras.

Como exemplo, podemos citar que Ariel é a marca de sabão em pó; assim como Procter & Gamble é a marca corporativa de quem a produz. O mesmo ocorre com Corona e a Cervejaria Modelo; com Aspirina e Bayer; ou com Quick e Nestlé.

As marcas híbridas são as que identificam tanto a empresa como seus produtos. Alguns exemplos são Colgate Palmolive, Ford, Apple e Coca-Cola, a marca mais reconhecida no mundo e uma das companhias mais admiradas do mundo.

Algumas empresas preferem reconstruir a reputação de suas marcas e da própria companhia de forma separada, sem associar ambas perante os consumidores. Procter & Gamble está posicionada no meio empresarial como uma empresa muito exitosa, mas é raro o consumidor de Tide, Crest ou Ariel consciente de que esses produtos são fabricados pela companhia. Não ocorre assim para o consumidor do creme dental Colgate ou do sabonete Palmolive, produtos que levam como nome o da própria empresa que os fabrica. Este tipo de empresa constrói sua reputação corporativa paralelamente aos seus produtos. Esta estratégia tem a vantagem da sinergia, quando se trata de uma marca exitosa, mas também do risco do fato que a sorte de ambos – produto e empresa – depende do posicionamento e aceitação do primeiro. No caso de o produto ter algum problema que ameaça sua reputação – como, por exemplo, uma adulteração, falta de distribuição, etc. – irremediavelmente arrastaria consigo a reputação da empresa.

As marcas se constroem a partir da eficiência com a que os produtos e serviços satisfazem as necessidades dos consumidores ou dos usuários dos mesmos. Um elemento fundamental é a comunicação. A publicidade torna possível que a marca seja conhecida no mercado, mas também contribui para lhe dar prestígio, posicionando-a como uma das marcas que são de conhecimento público.

Os dois elementos chave para o lançamento de um produto no mercado são a diferenciação e a relevância. O primeiro nos diz sobre aqueles atributos do produto ou os benefícios que este traz aos consumidores em comparação com seus competidores. O segundo refere-se à forma como o produto satisfaz às necessidades ou desejos do consumidor, ou muda seu estilo de vida.

Entretanto, existem outros dois elementos chave para diferenciar uma marca. Um deles é a familiaridade que os consumidores têm com a mesma e as experiências positivas com os produtos no dia a dia, além do simples conhecimento da existência da marca. O outro elemento é a estima. Esta deriva do nível de satisfação do usuário e de sua preferência da marca sobre outras existentes no mercado ou as que se incorporam ao mesmo. Isto é, a promessa comprida que gera confiança e lealdade no consumidor.

Mas, da mesma forma que o consumidor premia com sua lealdade à empresa na qual confia, castiga os produtos e as empresas que os fabricam quando estes não satisfazem suas expectativas, quando percebe que não cumprem com o prometido.

Da mesma forma, ocorre com a chamada reputação corporativa ou marca corporativa, quando a empresa não cumpre com as expectativas da comunidade da qual faz parte. Os diferentes interlocutores da empresa têm expectativas em relação à mesma. Estas são satisfeitas á medida em que a empresa tenha uma conduta social de acordo com as necessidades de seu entorno. Isso se cumpre de maneira eficiente com sua responsabilidade perante a sociedade, o que se interpreta agora como sendo um bom cidadão corporativo. Por exemplo, no Japão se mede o cumprimento da responsabilidade social de uma empresa por meio do número de empregos que cria. Nos Estados Unidos, pela forma como ela se expande e ganha mercado no mundo.

A reputação corporativa, sem dúvida uma vantagem competitiva para a empresa, se constrói a partir de uma conduta organizacional de acordo com as necessidades e expectativas dos interlocutores da mesma empresa e do eficiente manejo dos meios de comunicação, para garantir a correta percepção da empresa por parte de suas audiências. Dizem bem os que dizem que fazer relações públicas consiste em portar-se bem e que os demais saibam disso.


Carlos Bonilla

Licenciado em Jornalismo e Comunicação Coletiva pela UNAM e Mestre em Relações Públicas pelo CADEC. É sócio-fundador e atualmente ocupa o cargo de Vice-presidente Executivo no AB Estúdio de Comunicação, uma das 10 firmas de consultoria em Comunicação Estratégica e Relações Públicas mais importantes do México, e professor do Máster em Comunicação Digital do CADEC e da Universidade de Cantábria.

Atuou como Diretor da Escola de Comunicação e Relações Públicas da Universidade Latino-Americana. Durante 37 anos, foi catedrático na licenciatura e pós-graduação nas universidades Latino-Americana, Anáhuac, Pan-americana, do Nordeste e Autônoma de Celaya, assim como do ITESM e do CADEC, onde foi professor fundador e agraciado como Professor Emérito. É autor e coautor de livros sobre relações públicas. Integrante da Corrente Latino-Americana de Relações Públicas, deu diversas conferências sobre a especialidade em foros nacionais e internacionais. É membro do Conselho Assessor do MERCO México, o medidor de reputação corporativa mais importante da Europa.

Foi eleito “O profissional de Relações Públicas do ano 2013”, reconhecimento dado pela Associação Mexicana de Profissionais de Relações Públicas (PRO-RP).

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O conceito de RSC e o que significa, Lorena Carreño

2 Fevereiro 2017 |by Fundacom | Comentários fechados em O conceito de RSC e o que significa, Lorena Carreño | Actualidad, Actualidad CIBECOM, Noticias | , , ,

Muitas empresas veem a Responsabilidade Social como um gasto e não como um investimento, e esta questão precisa ser tratada, de uma vez por todas, como um pilar da competitividade alinhado com a estratégia dos negócios e não como uma mera filantropia ou caridade. Para alcançar este objetivo não significa que tenha que se mudar a essência do negócio, mas sim que se utilizem diferentes métodos. No México, o assunto está na ordem do dia há vários anos, e cada vez mais vemos um avanço gradual na agenda pública e empresarial. Está provado que, na altura de escolher entre duas marcas da mesma qualidade e preço, a decisão de compra incide em 41% para aquela marca que tem a componente da responsabilidade social, seguida do design e da inovação, que atingem 32% ou 26% de lealdade à marca. E como se não bastasse, estudos oficiais indicam que 70% dos consumidores dizem que estão dispostos a pagar mais por uma marca que apoie causas sociais ou ambientais.

Que benefícios proporciona a RSC (Responsabilidade Social Corporativa) e que prioridade dão as organizações a este assunto? A União Europeia no seu “Livro Verde” define-a como “a integração voluntária pelas empresas de preocupações sociais e ambientais nas suas operações comerciais e na sua relação com os seus interlocutores“, e o Conselho Mundial Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável enquadra-a como “o compromisso das empresas para contribuir para o desenvolvimento económico sustentável com os funcionários, as suas famílias, a comunidade local e sociedade em geral para melhorar a sua qualidade de vida“. Em ambas as definições está a sociedade, o meio ambiente e criação de valor no longo prazo.

Se o termo RSC está ligado ao desenvolvimento sustentável e à gestão do seu impacto económico, deveria ser visto a partir da perspectiva de rentabilidade no negócio, mas não é assim, já que para a maioria das empresas este assunto ainda não faz parte do seu core business, pelo que é necessária uma maior consciência social e, para além das boas intenções de exibir um diploma entregue por terceiros, são necessárias melhores ferramentas que permitam aos empresários aplicar melhor os seus esforços.

A Aliança para a Responsabilidade Social Corporativa (AliaRSE) e o Centro Mexicano para a Filantropia (Cemefi) fizeram a primeira tentativa para distinguir as empresas com esta abordagem no país. Embora haja muito espaço para melhorar, esta é uma primeira iniciativa para evidenciar estratégias empresariais, divulgando as ações das empresas que têm um verdadeiro impacto social. Sem dúvida, o interesse para obter esta distinção está a crescer, já que, 17 empresas obtiveram o diploma em 2001, e em 2014 o número de empresas galardoadas aumentou para 774.

Este diploma não é uma certificação, mas sim um auto-diagnóstico suportado pela organização e verificado pelas empresas que o concedem.

O interesse em promover a responsabilidade social tem levado a outras iniciativas de várias organismos, tais como o Instituto de Desenvolvimento Empresarial Anáhuac (IDEA), o Instituto Mexicano de Executivos de Finanças (IMEF), a Norma Mexicana de Responsabilidade Social, o Pacto Global México, a Red Puentes, e os Comunicadores de Responsabilidade Social (COPARES), entre outros. Isso revela que há muito a ser feito, e que a estratégia de Responsabilidade Social das Organizações deve ser integrada.

A questão da reputação e da imagem de marca tem dado um forte impulso à responsabilidade social: quando uma organização está envolvida numa crise mediática motivada por danos ambientais, direitos humanos ou corrupção, os gestores aceleram a implementação dos esforços de gestão ética nos seus negócios. Se nos anos cinquenta do século XX o bem mais valioso da organização eram os bens tangíveis, na primeira década do século XXI isso mudou, para dar mais valor à marca. De acordo com a Brand Finance, atualmente os bens tangíveis representam apenas 10% do valor da marca. Hoje, a maior riqueza está na relação da marca com a sociedade, pois os consumidores já não procuram os valores da marca, é a marca que tem de aproximar-se dos nossos valores e aspirações como sociedade. Logo mais, não é a própria sociedade que deverá avaliar as empresas nas suas ações de Responsabilidade Social?.

O termo Responsabilidade Social tem sido conotado com conceitos como a filantropia ou caridade, o que, longe de ajudar ao seu posicionamento, dão uma noção completamente alheia da sua verdadeira função. Durante décadas, foram desenvolvidos esforços para não ser identificada como uma questão assistencial: antes de mais, deve gerar um maior compromisso com a empresa, identificar melhor o seu impacto social externo e na sua própria estrutura, como um claro compromisso de trabalho com os seus funcionários e membros de uma comunidade específica.

Por outras palavras, a RSC envolve o diálogo e a interação com os diversos stakeholders da organização, pois esta é uma visão de negócio que integra o respeito pelas pessoas, pelos valores éticos, pela comunidade e pelo meio ambiente com a própria gestão da empresa, independentemente do produto, do serviço, do setor de atividade, do tamanho ou da nacionalidade com que aparece no mercado. Esta atitude não é alheia à função original da empresa, mas pelo contrário, implica cumprir com a sua missão sabendo que terá um impacto, positivo ou negativo, com os grupos ligados ao seu funcionamento. Se não for aplicada de forma integral, corre-se o risco da implementação de práticas que, embora sejam socialmente responsáveis, ao não estarem coordenadas com um mandato e uma cultura institucional, podem vir a ser suspensas por qualquer eventualidade, situação imprevista, crise orçamental ou de gestão da empresa.

Em resumo, a RSE está comprometida com a melhoria contínua da organização, o que pode gerar valor acrescentado para todos os seus stakeholders e com eles ser sustentavelmente competitiva: na sua estrutura interna, focada na criação de valor entre os colaboradores que se integram com equidade, justiça, qualidade de vida e desenvolvimento integral; e na sua estrutura externa, na geração de bens úteis para os seus stakeholders, além do reconhecimento social e corporativo, e o ambiente favorável do mercado para o desenvolvimento do negócio.

A RSC enquadra-se em quatro áreas estratégicas que são a ética empresarial e a governança, a qualidade de vida da empresa, a ligação e o compromisso com a comunidade e seu desenvolvimento, e o cuidado e preservação do meio ambiente. Estas quatro áreas estão inseridas nos princípios do Pacto Global para apoiar e implementar um conjunto de valores fundamentais nas áreas de direitos humanos, das normas laborais e do meio ambiente, o que significa que uma empresa deve promover mudanças positivas em sectores relevantes para as suas operações de negócios.

Com um percurso de mais de 20 anos de experiência, Lorena Carreño foi presidente da PRORP, a Associação Mexicana de Relações Públicas. Atualmente é vice-presidente da CICOM (Confederação de Comunicação de Marketing) e diretora geral da Marketing Q S&C, uma empresa de consultoria de Comunicação Corporativa, e sócia da agência LewisPR, com sede em Londres.

Pode ser contactada em: lcarreno@marketingq.com.mx e @LoreCarreno

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Cerimónia de Vencedores do Grande Prémio APCE 2016

12 Janeiro 2017 |by Fundacom | Comentários fechados em Cerimónia de Vencedores do Grande Prémio APCE 2016 | Actualidad, Actualidad CIBECOM, Noticias |

A Associação Portuguesa de Comunicação de Empresa – APCE – deu a conhecer os vencedores da 21ª edição do Grande Prémio APCE. A Cerimónia de Vencedores decorreu na noite do dia 29 de novembro, no Casino do Estoril, tendo sido premiadas 14 organizações portuguesas.

O Grande Prémio APCE tem por missão distinguir a excelência na Comunicação Organizacional, estimulando, reconhecendo e divulgando as iniciativas dos profissionais desta área.

Durante o discurso inaugural do evento, Eduardo Guedes de Oliveira, presidente da APCE e patrono da Fundacom, afirmou que esta entidades sem fins lucrativos, “impulsionará a comunicação estratégica, criando e fortalecendo os laços entre os profissionais e as empresas dos países de língua espanhola e portuguesa”.

Destacou, igualmente, a importância da Fundacom e da dinamização que as 12 associações ibero-americanas lhe estão a conferir, nomeadamente: Aberje e Conferp (Brasil), APCE (Portugal), Asodircom (República Dominicana), AURP (Uruguai), CICOM e PRORP (México), CECORP (Colômbia), o CPRP e o Círculo Dircoms (Argentina), FOCCO (Chile) e Dircom (Espanha).

Dentro do modelo de cocriação e colaboração da Fundacom, Eduardo Guedes de Oliveira comentou: “à nossa associação foi atribuída a organização do Prémio Fundacom, à semelhança do que existe em Portugal e na APCE, e que irá premiar os melhores projetos de comunicação realizados no mundo que fala espanhol e português”. Mencionou também que estes Prémios irão ser entregues durante a CIBECOM’2017 – a Cimeira Ibero-Americana de Comunicação Estratégica, cuja primeira edição terá lugar entre 5 e 7 de abril de 2017, em Miami.

Ainda durante a Cerimónia de Vencedores do Grande Prémio APCE, foi entregue a Montserrat Tarrés, Presidente da Fundacom e da Dircom, o Prémio Internacional APCE pelo seu excecional contributo para a Comunicação Estratégica no espaço da Ibero-América. Igualmente, Francisco de Lacerda, Presidente e CEO dos CTT – Correios de Portugal foi distinguido com o Prémio “CEO do Ano”; Miguel Salema Garção recebeu o Prémio “Comunicador do Ano”; e Mário Pinho Branco foi reconhecido com o “Prémio Carreira”.

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APCE distingue Montserrat Tarrés com Prémio Internacional

12 Janeiro 2017 |by Fundacom | Comentários fechados em APCE distingue Montserrat Tarrés com Prémio Internacional | Actualidad, Actualidad CIBECOM, Noticias | , ,

A APCE – Associação Portuguesa de Comunicação de Empresa, distinguiu Montserrat Tarrés, Presidente da Fundacom e da Dircom, com o Prémio Internacional APCE “pelo seu excecional contributo para a comunicação estratégica no âmbito da ibero-américa”.

O prémio foi recebido por Álvaro Rodríguez, Diretor de Internacionalização e RSC da Dircom e Diretor da CIBECOM’2017.

Este reconhecimento, entregue a 29 de novembro durante a Cerimónia de Vencedores do Grande Prémio APCE, em Lisboa, tem por base o forte impulso que durante a presidência de Tarrés se gerou com a internacionalização da Dircom e com a constituição da Fundacom, juntamente com as 11 principais associações de comunicação da América latina e Portugal.

Em paralelo com a Cerimónia de Vencedores do Grande Prémio APCE, decorreu a cerimónia do FEIEA Grand Prix onde são reconhecidas as melhores práticas em Comunicação Interna promovidas por esta Federação Europeia de Associações de Comunicação Interna (FEIEA).

Reconhecendo a sua vasta experiência na organização de prémios no campo da comunicação corporativa, a Fundacom assinou, recentemente com a APCE, um acordo de colaboração em que esta assume a gestão dos Prémios Fundacom, que distinguem a excelência e os melhores projetos de comunicação produzidos e divulgados em Espanhol e Português no mundo.

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Apresentada Fundacom, a fundação para o fortalecimento da comunicação em espanhol e português no mundo

29 Novembro 2016 |by Fundacom | Comentários fechados em Apresentada Fundacom, a fundação para o fortalecimento da comunicação em espanhol e português no mundo | Actualidad, Actualidad CIBECOM, Noticias |

Doze associações de comunicação que têm o espanhol ou o português como língua de trabalho formaram a Fundacom, uma fundação para impulsionar e valorizar a função da comunicação estratégica em espanhol e português no mundo.

Durante a apresentação, que aconteceu na Casa de América, em Madri (Espanha), no último 15 de novembro, destacou-se a importância do desenvolvimento de plataformas de intercâmbio e se apresentaram as linhas de trabalho da Fundacom. Participaram do evento alguns dos representantes mais relevantes da comunidade ibero-americana e da comunicação corporativa.

Paulo Speller, secretário geral da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI); Juan Andrés García, representando os Encontros Ibero-americanos da Sociedade Civil; Narciso Casado, secretário permanente do Conselho de Empresários Ibero-americanos (CEIB); e Miguel Marañon, chefe do departamento de comunicação digital do Instituto Cervantes, com a moderação de Miguel López-Quesada, patrono de Fundacom e secretário geral do Dircom Espanha, trataram conjuntamente da importância da existência de plataformas profissionais no âmbito ibero-americano como elementos chave para o desenvolvimento econômico e social.

Logo depois, Constanza Téllez, Paulo Nassar y Eduardo Guedes, patronos da Fundacom, y Sebastián Cebrián, diretor da entidade, apresentaram uma das linhas de trabalho da fundação: a Cimeira Ibero-americana de Comunicação Estratégica, Cibecom. A primeira edição acontecerá em Miami, em abril de 2017, nos dias 5, 6 e 7, e terá a participação de conferencistas como os ex-presidentes Luis Alberto Lacalle, do Uruguai, e do espanhol José Luis Rodriguez Zapatero, que, com a moderação de Rebeca Grynspan, secretária geral da SEGIB, falarão sobre a reputação dos países e sua relação com o desenvolvimento econômico e social. Para Paulo Nassar, presidente da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (ABERJE), temas como a sustentabilidade, um dos pilares da Cibecom, junto com reputação e transparência “nos dá licença para operar, e a chave é saber comunicar”.

Fundacom organizará também os Prêmios Fundacom, que tem como objetivo reconhecer os melhores projetos e as melhores práticas de comunicação no mundo que fala espanhol ou português. Nas palavras de Antônio Rapoula, coordenador dos Prêmios Fundacom: “não é só um prêmio internacional, também se premiará o melhor em termos nacionais. Demonstraremos a qualidade e as boas práticas em todo entorno de fala castelhana e portuguesa”. Os prêmios, que também se apresentaram no evento, serão lançados no próximo 1º de dezembro, com âmbito mundial.

Um dos principais eixos desta fundação é a pesquisa, dentro da qual se destaca o Latin American Communication Monitor. Ángeles Moreno, diretora do estudo, ressalta aspectos muito relevantes como “um dos aspectos mais destacáveis do primeiro LCM é a formação dos profissionais da comunicação que se equipara à formação na Europa”. “Graças ao estudo, sabemos que a transferência de conhecimento e o associacionismo é o que ajuda ao profissional a progredir”. Os resultados do estudo mostrarão, em 2017, a situação das relações públicas e a gestão da comunicação na América Latina, oferecendo a radiografia de um setor econômico cada vez mais pujante e dinâmico.

Como representante do Conselho de empresas que apoiam a fundação, esteve presente Ignacio Jiménez Soler, diretor de Comunicação Corporativa do BBVA. Além do banco, Ibéria e Telefônica também se uniram à iniciativa.

Ao final do ato, subiram ao palco os patronos de Fundacom, que no dia 14 de novembro se reuniram pela primeira vez. Durante a reunião, se incorporaram ao patronato seis patronos que completaram o órgão que, na mesma oportunidade, nomearam a Sebastián Cebrián como diretor da entidade.

Atualmente, formam o patronato representantes de seis países da América Latina: Argentina, Brasil, Chile, México, Portugal e Espanha, sendo eles Montserrat Tarrés como presidente dessa fundação, por Teresa Mañueco, Eduardo Guedes de Oliveira, Olga Oro, Paulo Nassar, Ignacio Viale, Constanza Téllez, Miguel López-Quesada, Juan Cierco, Jaume Giró e Francisco Hortigüela como patronos.

Por meio das associações que integram a Fundacom, estão representados mais de 8 mil diretores e profissionais de comunicação. As redes de essas entidades fazem com que suas iniciativas e comunicações cheguem para mais de 33 mil profissionais da Ibero-América. As associações que impulsionam esta plataforma são: Aberje e Conferp (Brasil), APCE (Portugal), Asodircom (República Dominicana), AURP (Uruguai), CICOM y PRORP (México), CECORP (Colômbia), o CPRP y o Círculo Dircoms (Argentina), FOCCO (Chile) e Dircom (Espanha).

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¡Conoce los Premios Fundacom y participa!

29 Novembro 2016 |by Fundacom | Comentários fechados em ¡Conoce los Premios Fundacom y participa! | Actualidad, Actualidad CIBECOM, Noticias |

Desde o início de dezembro 2016 está aberto o período de inscrição e apresentação de candidaturas aos Prémios Fundacom.

Os Prêmios Fundacom distinguem a excelência e as boas práticas de Relações Públicas e Comunicação Organizacional em todas as suas vertentes – externa, interna e integrada – premiando os melhores projetos de comunicação produzidos e difundidos em espanhol e/ou português.

As 25 categorias dos Prémios Fundacom estão agrupadas da seguinte forma:

  • Campanhas Externas, Internas ou Integradas (Cat. 1 a 8)
  • Eventos Interno ou Externo (Cat. 9 a 12)
  • Publicações (Cat. 13 a 16)
  • Multimedia e Digital (Cat. 17 a 21)
  • Imagem e Design (Cat. 22 a 24)
  • Estratégia Global de Comunicação Corporativa (Cat. 25)

Cronograma:

  • 1 de dezembro a 31 de janeiro: período de inscrições;
  • 5 de março de 2017: divulgação dos finalistas;
  • 5 de abril de 2017: Cerimónia de entrega dos prémios na CIBECOM’2017 (Miami).

Para mais informações: www.fundacom.lat (premios@fundacom.lat)

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Possível regulação sobre a Gestão de Interesses, Argentina

29 Novembro 2016 |by Fundacom | Comentários fechados em Possível regulação sobre a Gestão de Interesses, Argentina | Actualidad, Actualidad CIBECOM, Asociaciones Iberoamericanas de Comunicación, Noticias | ,

Foi incentivada pela Secretaria de Assuntos Políticos e Institucionais da Argentina, liderada por Adrián Pérez, para estabelecer os primeiros passos rumo a uma regulamentação da atividade de gestão de interesses. O Conselho Profissional de Relações Públicas (CPRP) esteve presente como órgão que representa os profissionais da atividade.

No Salão Federal do CCK, na Argentina, no passado mês de agosto, se realizou o primeiro encontro para começar a reunir argumentos para um anteprojeto de lei para regulamentar a gestão de interesses (lobby). Para a mesma, foram convocados representantes do Governo, do setor privado e de ONGs, dentre as quais participou o Conselho Profissional de Relações Públicas da República Argentina (CPRP). “Ficamos muito satisfeito que o governo busque a transparência”, disse Ignacio E. Viale, presidente da entidade.

O Conselho de Relações Públicas (CPRP) foi convidado a participar como representante dos profissionais tanto de relações públicas como de outras áreas, que poderiam ser afetados por uma possível regulamentação da atividade de lobbying ou gestão de interesses.

“Apoiamos a iniciativa e somos a favor de uma regulação que não seja restritiva para a atividade, mas que gere transparência na gestão de interesses”, disse Ignacio Viale, que acrescentou: “buscamos desmistificar a ideia de que o lobby é uma atividade obscura”.

A “Mesa Redonda” foi organizada por Adrián Pérez, Secretário de Assuntos Políticos e Institucionais do Ministério do Interior, Obras Públicas e Habitação da Nação Argentina. Além do mencionado encontro, o Secretário prometeu uma série de reuniões posteriores que ajudarão a constituir uma Lei Nacional que regule a atividade e consiga uma maior transparência na relação entre o setor público e o provado.

Além de ter sido convocado como orador o Presidente do Conselho Dr. Ignácio Viale, foram convidados e participaram da reunião seu vice-presidente Juan Pablo Maglier e o Secretário Don Miguel Gimenez Zapiola.

“Estamos muito satisfeitos que o Conselho tenha sido convocado como órgão representativo da profissão nos debates anteriores à conclusão da Lei. Isso nos dá a ideia de que estamos caminhando no caminho correto para fortalecer e expandir as diversas disciplinas das Relações Públicas e da Comunicação Institucional”, concluiu Ignacio E. Viale.

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Líderes da comunicação global se reúnem em fórum em SP, Brazil, com participação de Roger Bolton

29 Novembro 2016 |by Fundacom | Comentários fechados em Líderes da comunicação global se reúnem em fórum em SP, Brazil, com participação de Roger Bolton | Actualidad, Actualidad CIBECOM, Asociaciones Iberoamericanas de Comunicación, Noticias | ,

LiderCom Meeting aconteceu dia 8 de novembro, no Hotel Pullman em São Paulo, Brazil.

O primeiro encontro anual do LiderCom, Brazil, aconteceu no dia 8 de novembro, com o tema “O Novo papel do Diretor de Comunicação em um Mundo Dividido”, o evento reúniu os líderes da comunicação global que estão construindo novas narrativas para o Brasil e para o mundo. O tema geral foi inspirado no título da palestra de Roger Bolton, presidente da Arthur W. Page Society.

Bolton é presidente da Arthur W. Page Society – a principal associação de líderes sêniores em comunicação nos EUA – e uma das figuras mais influentes do mundo em Relações Públicas. No passado, Bolton foi assistente especial de Ronald Reagan na Casa Branca e também secretário de Estado adjunto para Relações Públicas e Public Affairs no governo de George H.W. Bush.

Além dele, o encontro teve a participação do economista Raul Velloso, do especialista em inovação e cultura digital Gil Giardelli e de presidentes de empesas, como Paula Bellizia (Microsoft) e Luiz Lara (Lew Lara).

Sobre o LiderCom

O LiderCom é um fórum exclusivo de líderes da comunicação organizacional, criado no início de 2016 pela Aberje – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, e já recebeu líderes empresariais como Richard Edelman, Roberto Setubal e José Luciano Penido. O grupo surgiu a partir da crise do setor de comunicação e a da economia brasileira. Essa transformação profunda faz com que o profissional mestiço (“crossbreed”) tome espaço, no lugar da ideia corporativista, compartimentalizada e especialista da Comunicação.

Esse novo profissional precisa, antes de qualquer habilidade técnica, ter uma sólida base de gestão, um acurado senso estético e um inegociável compromisso ético. Só assim ele estará apto a fazer frente a um novo mundo da comunicação em organizações.

Dessa forma, o objetivo do grupo é colocar a Comunicação no centro tomador de decisões, produzindo e gerando resultados dentro deste novo e promissor cenário.

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