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CEOE e Dircom analisam o impacto da reputação do CEO nas organizações

20 Junho 2018 |by Fundacom | Comentários fechados em CEOE e Dircom analisam o impacto da reputação do CEO nas organizações | Actualidad | , ,

O II Fórum de Comunicação Empresarial, realizado na CEOE (Confederação Espanhola de Organizações Empresariais), faz parte da colaboração histórica entre ambas instituições.

  • Juan Rosell: “O CEO tem uma grande influência na geração de confiança na empresa”.
  • Montserrat Tarrés: “Construir a confiança e trabalhar a reputação de nossas organizações é algo estratégico para as empresas e a CEOE sempre entendeu que o dircom é uma figura essencial”.

 O presidente da CEOE, Juan Rosell e Montserrat Tarrés, presidenta da Dircom, inauguraram o II Fórum de Comunicação Empresarial que, organizado pela CEOE e pela Associação dos Dirigentes de Comunicação, Dircom, celebrou-se hoje na sede da Organização Empresarial e serviu para analisar o impacto da reputação do CEO nas organizações.

Em seu discurso, Juan Rosell disse que “se as empresas querem que se fale bem delas, têm que fazer as coisas bem e comunicá-las apropriadamente”. “Na CEOE, demos um passo à frente tanto no conteúdo quanto na forma de nos comunicar, graças às novas tecnologias e à maior demanda da sociedade. Somos mais abertos e nosso patrimônio número um é a ética nos negócios”, acrescentou a presidente dos empresários.

Também apontou que a comunicação da CEOE é melhor do que antes “porque temos mais coisas para contar e fazemos muito mais. Na verdade, no ano passado, fizemos 800 documentos de trabalho. Além disso, contamos com novos meios, como o jornal digital ElEmpresario.com, que pretendemos que alcance todas as empresas, e a revista trimestral Empresario, que explica os grandes temas sobre os quais estamos debatendo na CEOE”. Também destacou a criação de um novo departamento, como o de Relações com os Tribunais.

Por sua parte, Montserrat Tarrés sublinhou que “construir confiança e trabalhar a reputação das nossas organizações é algo estratégico para as empresas e a CEOE sempre entendeu que o dircom é uma figura essencial”. Além disso, destacou que “O CEO é o emblema da empresa e o carro-chefe que mostra e representa a filosofia de sua empresa”.

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Sandra Sotillo, fundadora e diretora geral da TrustMaker, disse que o estudo que ela fez sobre “A gestão da reputação do CEO como um elemento gerador de valor para as organizações” conta com a participação de mais de 45 CEOs e presidentes, diretores de comunicação e especialistas, que contribuíram com sua visão sobre esta questão, assim como as tendências futuras.

Durante o fórum, foi realizado um debate sobre os desafios e tendências enfrentados pelos CEOs em relação à sua reputação e os intangíveis, em que participaram Antonio Llardén, presidente da Enagás, e Juan Carlos Ureta, presidente da Renta 4 Banco. Foi moderado pelo diretor de Comunicação da CEOE, Javier García de la Vega.

Juan Carlos Ureta destacou que é essencial que a imagem do CEO esteja a serviço da empresa e não o contrário, e que haja correspondência entre a imagem de ambos, CEO e instituição. Ele também recomendou que as imagens do CEO e da empresa em questão estivessem alinhadas e coerentes.

Para Antonio Llardén, há dois vetores no momento, o imediatismo no sentido de tempo e volume, e o público receptor que muitas vezes se torna juiz. Ele destacou os três pilares da comunicação de uma empresa: a integridade, a transparência e a comunicação, que não consiste apenas para em postar notas na web, mas sim explicá-las, e a humildade para que a comunicação não se torne publicidade.

Por outro lado, Paloma Cabrera, diretora de Marketing e Comunicação da Accenture e Nacho Rodríguez, diretor de Comunicação, Relações Institucionais e Sustentabilidade de ING, com a moderação de Sandra Sotillo, discutiram o papel do dircom na gestão da reputação do CEO. Paloma Cabrera salientou que “uma vez que um líder de negócios é conhecido e se consolida, passa a ser uma referência não só para falar sobre a empresa, mas também para discutir questões estratégicas de interesse geral e, por isso, torna-se verdadeiramente influente”.

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Depois de um animado debate, encerrou o fórum Javier Calderón. Ele descreveu a CEOE como um espaço para, entre outras coisas, fazer networking, estabelecer contatos, assessorar e participar de projetos. E concluiu comentando que “pelo menos 40% do tempo dos CEO se dedica a gerenciar a comunicação e a reputação”, mostrando a importância que isso tem para as empresas.

Veja os vídeos de todo o encontro aqui.

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Nascem os Prêmios Dircom Ramón del Corral

20 Fevereiro 2018 |by Fundacom | Comentários fechados em Nascem os Prêmios Dircom Ramón del Corral | Actualidad | ,

Os Prêmios Dircom Ramón del Corral premiarão anualmente as melhores práticas em Comunicação Corporativa na Espanha.

A Asociación de Directivos de Comunicación, Dircom, apresentou seus primeiros Prêmios Dircom Ramón del Corral na sala de Abertis.

Esses prêmios distinguem a excelência e as boas práticas das relações públicas e da comunicação organizacional em todos os seus aspectos – externa, interna e integrada – premiando os melhores projetos de comunicação produzidos e divulgados na Espanha. Esses prêmios estão integrados na plataforma dos Prêmios Fundacom, de tal forma que a inscrição nos Prêmios Dircom Ramón del Corral permite ao vencedor e aos dois finalistas de cada uma das 23 categorias se promoverem automaticamente à fase final dos Prêmios Fundacom.

Os Prêmios Dircom Ramón del Corral recebem o nome do primeiro presidente e fundador da Asociación de Directivos de Comunicación. Ramón del Corral foi um grande profissional de comunicação e, em 1992, soube ter em seu entorno outros colegas visionários como ele a respeito do futuro da comunicação e, assim, promover a criação da Dircom. Morreu em 2000 e a Dircom quis fazer uma homenagem especial a ele, dando seu nome aos seus prêmios de Comunicação Corporativa.

Os Prêmios Dircom Ramón del Corral são uma iniciativa da Asociación de Directivos de Comunicación (Dircom) para reconhecer as melhores práticas e histórias de sucesso no campo da Comunicação Corporativa na Espanha.
Podem participar organizações de natureza privada ou pública, agências de comunicação / relações públicas, órgãos governamentais e profissionais.

As inscrições podem ser feitas entre 15 de janeiro de 2018 e 9 de março de 2018 através da plataforma dos Prêmios. No dia 2 de abril de 2018 serão anunciados os nomes da 1ª edição dos Prêmios Dircom Ramón del Corral. A cerimônia de entrega da 1ª edição dos Prêmios Dircom Ramón del Corral acontecerá em Madrid na semana do dia 9 de abril de 2018.

Os Prêmios Dircom Ramón del Corral tem como fundamentos a transparência e a imparcialidade. O presidente do júri, Javier Fernández del Moral, é uma personalidade bem conhecida, qualificada e imparcial e será quem selecionará o restante dos membros do júri de acordo com seus próprios critérios.

Os participantes podem se candidatar a qualquer uma das 23 categorias dos Prêmios Dircom Ramón del Corral no âmbito dos Prêmios Fundacom, que são agrupados da seguinte forma:

Campanha Externa
1. Indústrias (Setores primário e secundário)
2. Serviços (Setor terciário)
3. Entidades governamentais, associações e ONGs

Campanha Interna
4. Campanha de âmbito transnacional
5. Campanha de âmbito nacional

Campanhas Integradas
6. Campanha de Mudança Organizacional
7. Campanha de Redes Sociais
8. Campanha de Responsabilidade Social Corporativa

Evento Interno
9. Evento de até 500 trabalhadores
10. Evento para mais de 500 trabalhadores

Evento Externo
11. Até 1.000 pessoas
12. Mais de 1.000 pessoas

Publicações
13. Relatório de Sustentabilidade
14. Publicação externa
15. Publicação interna
16. Newsletter y Webletter

Multimídia & Digital
17. Rádio e Televisão Corporativa
18. Vídeo
19. Comunicação móvel e Apps
20. Website e Blog
21. Intranet

Imagem & Design
22. Infografia e Apresentação Visual de Dados

Categoria Extra
23. Estratégia Global de Comunicação Corporativa

 

Os vencedores de cada categoria receberão um troféu personalizado e os finalistas receberão um diploma personalizado. Os vencedores e finalistas de cada categoria também terão o direito de usar um selo impresso ou digital com um link para o site dos Prêmios Dircom Ramón del Corral, onde seu prêmio será certificado.

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Dircom reinventa a profissão em seu 8º Congresso de Associados

13 Dezembro 2017 |by Fundacom | Comentários fechados em Dircom reinventa a profissão em seu 8º Congresso de Associados | Asociaciones Iberoamericanas de Comunicación | ,

Coincidindo com a comemoração de seu 25º aniversário, a Associação de Diretores de Comunicação, Dircom (Espanha), celebrou seu Congresso Bianual. Um ponto de encontro em que o foco foi colocado em analisar os grandes desafios que são enfrentados por nossa profissão. Sob o tema “Reinventar a profissão”, foram elaborados todo o conteúdo e debates  do congresso, que reuniu diretores e profissionais de comunicação corporativa e institucional.

Ignacio Cuenca, diretor de Comunicação Corporativa de Iberdrola, y Montserrat Tarrés, presidenta de Dircom, se encarregaram de dar as boas-vindas e fazer a saudação institucional ao começo do primeiro dia.

“Reinventar do dircom” foi o título da sessão plenária protagonizada por Javier Ayuso, diretor de El País, e Alejandra de la Riva, diretora de Comunicação de Primark. Miguel López-Quesada, diretor corporativo de Comunicação e Relações Institucionais de Gestamp foi o moderador da sessão.

Logo em seguida, os associados se dividiram em 7 grupos de trabalho, em que o foco foi em como reinventar a profissão segundo as 7 tendências para direcionar a comunicação, publicadas no Anuário da Comunicação 2017. Estes foram os 7 grupos e seus líderes:

  • Confiança, Reputação e Transparência: grupo liderado e dinamizado por Ángel Alloza, CEO de Corporate Excellence.
  • Estratégia e Comunicação: Grupo liderado por María Luisa Melo, Public Affairs & Communication Director de Huawei.
  • Públicos Internos: grupo liderado por Pablo Gonzalo, diretor da Área de Comunicação Interna do Estudio de Comunicación.
  • Comunicação Móvel: grupo liderado e dinamizado por Mildred Laya, diretora de Comunicação da Salesforce.
  • Big Data: grupo liderado e dinamizado por Francisco Porras, diretor geral de Weber Shandwich.
  • Conteúdos: grupo liderado por Carmen Queipo de Llano, consultora e especialista em comunicação.
  • Empresa social – Sustentabilidade: grupo liderado e dinamizado por Ricardo Hernández, diretor de Assuntos Corporativos de Mondelez España.

 

Todas as conclusões e resultados alcançados foram reunidos em um documento, que pode ser baixado.

Fonte: Dircom

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Humildade comunica verdade

13 Dezembro 2017 |by Fundacom | Comentários fechados em Humildade comunica verdade | Conocimiento | , ,

“O ouvido é a segunda porta da verdade e a primeira da mentira”, escreveu Baltasar Gracián em A arte da prudência, livro de sabedoria prática, também para profissionais de comunicação. O autor recordava no século XVII algo vigente no XXI: que vivemos mais do que nos contam do que do que vemos.

A quantidade, rapidez, contradição e heterogeneidade de informação que recebemos hoje exige habilidades familiarizadas com o verbo discernir. Assim, podemos distinguir conceitos tão próximos como diferentes: realidade e percepção, ser e parecer, dados e conhecimento, bússola e cronômetro, etc.

Neste contexto, uma virtude pouco vinculada a comunicação é a humildade. Por ser extremamente humana, suspeito que integrá-la em nosso ecossistema profissional só pode trazer vantagens. Ainda mais se admitirmos a premissa de que somente a verdade comunica. Jim Collins, autor de Empresas que sobressaem, ilustra como a humildade era uma das características do perfil pessoal de uma série de diretores exitosos no médio-longo prazo.

Verdades parciais e sem proporção parecem mentiras

Do latim húmus (terra fértil), humildade vem a ser como o hábito de ter os pés na terra e, portanto, em contato direto com a realidade. Esta conexão mostra um ensinamento secular também latino: quidquid recipitur ad modum recipientis recipitur, que pode ser traduzido como quem recebe o faz de acordo com o receptor. Assim como um liquido adota a forma do recipiente (seringa, lata, garrafa, cisterna) e recebe segundos sua capacidade (um mililitro, 33 centilitros, um litro, três litros), as pessoas sabem ou pensam de acordo com nossa experiência, formação, sensibilidade e preferência. Por tanto, uma mesma realidade afeta de forma desigual quem é diferente… e todos somos diferentes.

Isso explica que os mesmos dados admitam leituras diversas, que pessoas com cargos equivalentes priorizem de maneira distinta e que ignorâncias idênticas causem resultados opostos. Percebendo isso implica, sem ir mais longe, que este mesmo texto gera afetos e efeitos variáveis, segundo leitores; inclusive em um mesmo leitor, segundo o momento de sua vida. O conhecimento disponível para quase todos, em livros e redes, não alimenta a quem não se aproxima dele e, entre os que o acessam, são nutridos na medida de sua própria atitude.

Cabe mencionar algumas consequências de praticar a humildade no âmbito da comunicação: escutar para compreender, formar-se para crescer, pensar para decidir, observar para convergir, falar para confirmar, calar para descontaminar, retificar para humanizar e qualificar-se para abrilhantar a comunicação. A todas essas ações somaria o verbo proporcionar – no sentido de dar proporção ou dimensão adequadas – e as envolveria com coerência ao agir. Às vezes, tenho a impressão de viver em um mundo estupendo… e muito improvável, se atenuarmos algumas verdades que, por serem parciais e transmitidas com desproporção, alimentam mentiras letais. Ao escutar, atuar e falar, sejamos conscientes de que verdades parciais e sem proporção parecem mentiras.

Prioriza a realidade operacional (feitos), não a retórica (ditos)

Sem humildade se complica a capacidade de admitir certas verdades, sobretudo quando significa reconhecer erros. Por isso, a primeira vez que visitei Harvard me surpreendeu e encantou a anedota da “estátua das três mentiras”. Esta universidade anuncia assim em seus guias oficiais a estrutura de seu fundador que preside o campus. Faz alusão à lenda escrita na base que sustenta a figura, onde se lê: “John Harvard, Founder, 1638”. Nem a figura corresponde a Jonh Harvard, que representa um aluno que serviu de modelo; nem a data coincide com a origem, 1636. Assim, que três mentiras em quatro palavras: média paradoxal para uma instituição cujo lema é justamente Veritas (verdade).

Tal erro, se fosse ocultado ou negado, seria uma opção demolidora para a reputação corporativa. Publicamente exposto, longe de projetar a debilidade que envolve toda opção de assumir erros, se torna um emblema simpático de autenticidade transparente. Não em vão, humor e humildade compartilham a mesma origem etimológica.

A verdade corporativa se refere à realidade operacional (feitos), não à retórica (ditos). A denominada cultura de empresa – o que de verdade se cultiva e, antes ou mais cedo, germina – geralmente discorda da declaração institucional da própria organização, com frequência carente de humildade para reconciliar-se com sua própria realidade. Mutantis mutandis, a verdade pessoal aparece quando sou o que digo, quando a pessoa encarna sua própria mensagem. A partir dessa raiz vem a liderança profundamente humana, o que comunica verdade.

Servimos para comunicar se comunicamos, com humildade, para servir… de verdade.

 

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A comunicação e a gestão da reputação, chaves do êxito da estratégia empresarial, destacam altos executivos em evento do Dircom e IE

11 Outubro 2017 |by Fundacom | Comentários fechados em A comunicação e a gestão da reputação, chaves do êxito da estratégia empresarial, destacam altos executivos em evento do Dircom e IE | Asociaciones Iberoamericanas de Comunicación | ,

Dircom, a Associação dos Diretores de Comunicação (Espanha), junto com IE Business School y Pearson, publicou o livro Comunicação e Estratégia: casos práticos na gestão da reputação.

O livro, que se apresentou em Madri, é composto por casos de êxito na gestão da comunicação e reputação que demonstram que alinhar a comunicação com a estratégia da companhia é sinal de sucesso.

Para Álvaro Badiola, CFO de Cepsa que participou da apresentação, o trabalho no Projeto HADI do departamento de Comunicação da companhia foi essencial. Houve uma coincidência entre a mudança de sede e a mudança de donos da companhia e, por tanto, com uma mudança da cultural corporativa: “A mudança de CEPSA à Torre Foster simbolizou a mudança e o fortalecimento da companhia”..

José D. Bogas Gálvez, CEO de Endesa, entende o patrocínio da liga ACB como uma aposta para reforçar a reputação. Este caso, que também se pode encontrar no livro, está ainda vivo. Não se sabia nem se sabe como vai evoluir, mas para Gálvez isso não é um problema: “Que o petróleo baixe traz muitas incertezas. O risco seria não estarmos preparados para nos adaptar”.

Juan Ma Sáinz, CEO de Informa D&B, destaca que o comitê de direção no qual o departamento de marketing propôs apostar no branded content foi longo. Finalmente, lançaram e criaram o empresaactual.com: “Decidimos criar uma referência informativa e de recursos para o mercado”. Esta plataforma os ajudou a unir suas duas marcas (informa e einforma) e a chegar a um público maior graças ao jornalismo corporativo.

Na apresentação, que aconteceu no auditório da sede da Cepsa, participaram também os dircoms que coordenaram os casos de Abertis, Huawei, Leroy Merlin y Mondelez Internacional. Juan Mª Hernández Puértolas, diretor corporativo de Comunicação da Abertis, compartilhou com o público alguns detalhes da crise #Novullpagar na Catalunha. Originou-se nas redes com um usuário que se negou a pagar um pedágio e se converteu em uma crise empresarial e institucional.

Maria Luisa Melo, diretora de Comunicação e Relações Institucionais de Huawei, detalhou como foi a chegada de Huawei em nosso país e como trabalharam a reputação a partir da comunicação, sobretudo com acordos com instituições educativas. Huawei é reconhecida atualmente como uma das empresas tecnológicas de referência na Espanha.

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Dois milhões de euros foram economizados em custos da Leroy Merlin graças à gestão da comunicação interna, identificando problemas nos processos e dando soluções graças à digitalização. Rodrigo Salas, Diretor de Comunicação da companhia, se converteu em um formador dentro da empresa, e diversos países querem aplicar as medidas que foram empregadas na Espanha e que se podem encontrar no livro Comunicación y estrategia: casos prácticos en gestión de la reputación.

Mondelez International melhorou a qualidade do trigo, apoiado nos agricultores locais e preservada a biodiversidade graças ao Compromisso Harmony. Para Ricardo Hernández, diretor de Assuntos Corporativos e Governamentais para a Europa Ocidental de Mondelez Internacional, a RSC supõe um compromisso de toda companhia e normalmente pode supor um pequeno aumento de custos com um grande benefício social.

No livro também se pode encontrar casos de empresas e instituições como CaixaBank, SACYR, Casa Real y Dircom. Os casos foram relatados por professores da IE Business School como Enrique Dans, Joaquín Garralda e Pascual Montañés e têm como objetivo formar os altos executivos em gestão da comunicação. Dircom e IE Business School seguem trabalhando há mais de uma década na valorização da comunicação corporativa como ativo estratégico na gestão empresarial. Sempre o fizeram por meio da formação de altos diretores, trabalho que agora se reforça com a publicação deste livro.

O que é Dircom

Dircom é uma associação profissional que agrupa os diretores e os profissionais de comunicação das empresas, instituições e consultorias. Nasce em 1992 da iniciativa de um grupo de destacados profissionais de comunicação motivados pela crescente importância e alcance de suas responsabilidades na empresa e na sociedade. Dircom tem como visão valorizar a função da comunicação e do diretor de comunicação nas organizações, de forma que esta competência e suas responsabilidades sejam consideradas como uma área e uma direção estratégicas. Sua missão se realiza por meio de quatro eixos principais: reconhecimento, desenvolvimento profissional, networking e gestão responsável/RSC. Atualmente, conta com quase 1000 associados e 7 capítulos territoriais: Dircom Aragón, Dircom Canarias, Dircom Castilla y León, Dircom Catalunya, Dircom Galicia, Dircom Comunitat Valenciana y Región Murcia e Dircom Norte.

O que é IE Business School

IE oferece um ecossistema de aprendizado baseado na tecnologia para líderes que fazem a diferença no mundo por meio da inovação, da visão global, mentalidade empreendedora e um enfoque único em Humanidades. Reconhecida como uma das melhores instituições educativas do mundo, IE conta com um corpo integrado por mais de 500 professores que, atualmente, dão aula a alunos de 131 países em diplomas universitários, programas de mestrado, de doutorado e em formação executiva. A plataforma de mais de 50.000 antigos alunos do IE está presente em 165 países. IE Editorial impulsiona a difusão da produção intelectual que se gera dentro da instituição. A editorial oferece ao corpo docente de IE um marco de trabalho para projetar de forma atrativa seu rigoroso trabalho de investigação.

Fonte Dircom (Espanha)

 

 

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Confiança e reputação: um guia entre o drama e o suspense

11 Outubro 2017 |by Fundacom | Comentários fechados em Confiança e reputação: um guia entre o drama e o suspense | Conocimiento | , , ,

A confiança, uma das 7 tendências para direcionar a Comunicação, publicadas no Anuário de Comunicação 2017 de Dircom (Espanha).

Nos últimos 5 anos, o “gap” no nível de confiança entre o público informado e o resto da população foi crescendo anualmente. É curioso como no primeiro grupo aumentou a confiança em 7 pontos, enquanto no resto da população os níveis se mantiveram os mesmos nesses 5 anos. Hoje a diferença é de 15 pontos: 60 por cento para o público informado, 45 para o restante. Nenhuma instituição (meios de comunicação, governo, ONG, setor empresarial) escapa dessa tendência negativa motivada, entre outros aspectos, pela reprovação da população geral à autoridade estabelecida, paralelamente ao aumento de sua influência e autoridade na vida pública.

A confiança, atualmente, parece estar mais para um roteiro de filme de drama ou suspense do que para uma comédia romântica. Como demonstra o relatório “Trust Barometer 2017”, da Edelman, a confiança nas quatro instituições históricas baixou em relação à 2016, e são os meios de comunicação e os governos, com menos de 50% (43% e 41%, respectivamente), os que geram maior desconfiança.

A respeito dos meios de comunicação, a população mostra sua desconfiança em 82% dos países. Essa tendência muda em nível mundial e nacional quando se trata de ONGs. Por mais que a credibilidade tenha baixado em 21 dos 28 países, somente está em níveis de desconfiança em 8 deles.

Por último, o setor empresarial se encontro em uma posição intermediária.  Com um importante número de países ao redor de uma opinião neutra ou ligeiramente posicionados na zona de credibilidade ou desconfiança. No entanto, aqui também a tendência é negativa, com níveis que baixaram em 18 países.

No caso dos CEOs, seus resultados são os mais baixos da história. Quando falha a credibilidade no sistema, qual é o maior problema dessa situação? Sem confiança, a credibilidade no sistema falha. Aumenta a sensação de injustiça, com elites indiferentes às pessoas, cada dia mais ricas e recebendo favores. A isso temos que somar a perda da esperança: o trabalho não é recompensado e não há expectativas de futuro para as novas gerações. A perda da confiança nos líderes atuais impulsiona desejos de mudança, uma busca de verdadeiros reformadores que possibilitem uma transformação.

Tudo isso se traduz estatisticamente em que, para 53% da população, o sistema está falhando e outros 32% não tem uma opinião muito definida a respeito. Estas sensações não são diferentes entre classes sociais.

A perda da confiança nas empresas e nas instituições é uma realidade evidente, a qual todos devemos enfrentar sem desculpas, especialmente os diretores de Comunicação, cuja responsabilidade sobre a imagem das companhias é cada vez maior. O diagnóstico está claro e as soluções estão a nosso alcance. A pergunta é evidente: conseguiremos mudar o paradigma, criar um ponto de inflexão e começar a mudar a realidade? Depende de nós.

Fonte Dircom (España)

(Reportagem completa no Anuário de Comunicação 2017: 7 tendências para direcionar a Comunicação, publicação editada anualmente pelo Dircom, a associação espanhola de diretores de Comunicação, que analisa as tendências da profissão).

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Nasce o INNOVA+C: o primeiro blogzine sobre comunicação e inovação

28 Julho 2017 |by Fundacom | Comentários fechados em Nasce o INNOVA+C: o primeiro blogzine sobre comunicação e inovação | Actualidad | ,

A Dircom, Asociación de Directivos de Comunicación (España) acaba de lançar o INNOVA+C, o primeiro blogzine que aborda, analisa e desenvolve com profundidade dois enfoques diferentes no campo da comunicação: Comunicar a Inovação (C^I) e Inovar em Comunicação (I^C).

São duas caras de uma mesma moeda, que o Departamento de Inovação da Dircom desejou reunir em uma única publicação. O blogzine INNOVA+C nasce com periodicidade de quatro números por ano e será alimentado com a participação, as propostas e as sugestões dos profissionais de Comunicação.

Os conteúdos da publicação apresentarão conceitos, metodologias de inovação, tendências e casos de sucesso, análise de formatos e ferramentas dedicadas a causar impacto, divulgação de eventos, centros de PD&I (pesquisa, desenvolvimento e inovação), pesquisa em comunicação, neuromarketing, relação com clientes via mídias sociais, Social Media Lab, recursos disponíveis, etc. Enfim, conteúdos para inovar na hora de contar histórias.

Visite o Blog

Fonte: Dircom (Espanha)

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As 7 tendências para a gestão da comunicação: Confiança, Estratégia, Públicos Internos, Big Data, Conteúdo, Empresa Social e Comunicação móvel

26 Julho 2017 |by Fundacom | Comentários fechados em As 7 tendências para a gestão da comunicação: Confiança, Estratégia, Públicos Internos, Big Data, Conteúdo, Empresa Social e Comunicação móvel | Actualidad | ,

A Associação dos Diretores de Comunicação, Dircom, a apresentado seu anuário de Comunicação 2017 na CaixaForum de Madri.

23 de junho de 2017. O dia que se apresenta o Anuário da Comunicação é o dia em que os comunicadores conhecem para onde está indo a profissão. A publicação, que serve de farol para os comunicadores, este ano se concentrou em analisar estudos e informes com as tendências mais relevantes para a profissão y definiu 7 tendências que foram apresentadas em um evento celebrado em Caixaforum e cheio de conteúdo. Teresa Mañueco, vice-presidente de Dircom, antecipou as 7 chaves, que foram aprofundadas na sequência por Sebastián Cebrián, diretor geral de Dircom. 7 palestrantes se apresentaram nessas áreas, com exemplos práticos, nas quais se deve concentrar o diretor de Comunicação durante o próximo ano para desempenhar seu trabalho de forma excelente.

  • CONFIANÇA: Estudos como o European Communication Monitor, o Global Body of Knowledge da Global Alliance for PR ou como, claro, o Trust Barometer da Edelman falam de crises de confiança nas instituições nas quais estamos imersos, e como é um trabalho do diretor de comunicação trabalhar para recuperá-la. Jordi Ballera, Deputy General Manager da Edelman, destacou a importância da confiança como ativo corporativo: “Enquanto a Reputação mede o que os diferentes públicos pensam de uma organização, a Confiança expressa o que estes esperam dela e cumprir com as expectativas. Algumas dessas expectativas são geradas pela própria empresa, por meio de suas comunicações; outras emergem do entorno social, e a empresa deve saber responder adequadamente”.
  • ESTRATÉGIA: Mais do que nunca, a comunicação deve estar alinhada com a estratégia. Em um mundo com cada vez mais agentes que são competidores, uma boa estratégia é essencial. No European Communication Monitor aparece como o tema mais importante para os comunicadores europeus e preveem que vai seguir sendo até 2019. A startup Wetaca, que nasce das mãos do masterchef Efrén Álvarez como o primeiro serviço online de tuppers elaborados por chefs para toda a semana, é um claro exemplo de empresa que nasceu já com a comunicação como parte de sua estratégia. Para seu diretor de Comunicação e Marketing Augustín Carbajo “a aposta em uma área de Comunicação foi clara e respaldada pelos CEOs desde o início da Wetaca. Algo que não é comum em uma startup, já que normalmente se busca um retorno imediato do investimento. Isso permitiu criar uma base muito sólida dos valores de marca que queríamos transmitir e poder conduzir uma estratégia muito proativa nos meios de comunicação, envolvendo toda a equipe em uma mesma direção”.
  • PÚBLICOS INTERNOS: Cada vez mais empresas têm maior consciência que são seus trabalhadores os principais embaixadores e que devemos trabalhar com eles, em parceria com os Recursos Humanos. Existem muitos dados que falam desta tendência, como o Trust Barometer, em que o empregado segue sendo um dos trabalhadores da marca mais importantes, porque confiamos mais em alguém como a gente. Além disso, um dos grandes desafios é também manter e atrair talentos, como aponta o Global Communication Report da Global Alliance. Ecoembes tem claro que os empregados são o primeiro, o que que ficou claro com o “Programa IDEIA”, premiado pelo Observatório de Comunicação Interna com o prêmio de Melhor Prática de Comunicação Interna. Nas palavras de sua diretora de Comunicação e Marketing Nieves Rey: “Na Ecoembes mimamos a comunicação interna porque incide diretamente nos intangíveis da companhia. Graças a iniciativas como o ‘Prejeto IDEIA’ pudemos impulsionar a inovação e o intraempreendedorismo nos nossos profissionais. É impossível ser uma companhia que trabalhe a inovação se não começamos a fazê-lo a partir de dentro”.
  • BIG DATA: Este é o desafio sem lugar para questionamentos. Como gerir e tirar o máximo parido da grande quantidade de dados que dispõem as companhias. No Latin American Communication Monitor é um dos eixos transversais e o European Communication Monitor aponta um dado revelador: mais de 70% dos diretores de comunicação consideram que o big data mudará a profissão. Francisco Porras, diretor geral de Weber Shandwick, tem claro que o big data, com o qual contam as empresas hoje em dia, é uma boa forma de criar valor. O valor que necessitamos somar à comunicação que fazemos atualmente e pelo qual seremos cada vez mais avaliados”.
  • CONTEÚDO: Em um mundo em que estamos sobre informados, o conteúdo de qualidade se sobressai como a prioridade do comunicador. Além disso, precisamos de especialistas no tema. O Global Communications Report da Global Alliance aponta que 81% dos profissionais consideram que o futuro da profissão vai estar marcado pelo conteúdo e aponta que os perfis que mais se demandam são perfis relacionados a o conteúdo. Por outro lado, no European Communication Monitor vemos que este é um dos desafios que vai enfrentar o diretor de comunicação nos próximos anos. Ignacio Jiménez Soler, Global Head of Communication Strategy do BBVA, tem isso claro: “Dentro de 8 anos, o acesso à informação e aos conteúdos será feito em 80% dos casos pelo meio digital, essencialmente smartphones. A chave da comunicação corporativa, desde já, passa por ganhar relevância em um mundo entupido de canais e audiências fragmentadas, passa por competir pela audiência e por abrir espaço na busca por mais voz”.
  • EMPRESA SOCIAL: Há uma demanda social de empresas mais transparentes, mais sustentáveis e, definitivamente, mais responsáveis. A empresa deve estar à frente e ser um exemplo de trabalho com as comunidades. Informes de tendências com o do Best Relations ou o da Evercom, entre outros, ressaltam esta questão. Esta demanda já está no DNA de empresas como NH Hotel Group, que promoveu ações como a do “Hotéis com coração”, cedendo quartos para as famílias que tem que viajar de uma cidade a outra para cuidar da saúde de seus filhos. Inmaculada Barrio, Consumer PR & Corporate Social Media Executive, destaca que “no NH Hotel Group somos muito ativos nas comunidades em que vivemos. Para nós, o melhor modo de contribuir e criar valor social nas cidades onde operamos nossos hotéis é por meio de nosso próprio negócio: a hospitalidade”.
  • COMUNICAÇÃO MÓVEL: O desafio deste momento na revolução digital é a comunicação móvel. Como adaptar nossas mensagens à nova forma de nos comunicarmos e à forma mais direta que nunca de nos comunicarmos: o móvel. Como conectar com nossas audiências por meio dessa plataforma. Diversos estudos, como o estudo Mobile da IAB ressaltam a penetração móvel que alcança 94% entre os 16 e os 65 anos. Para Francisco Anes, responsável da Mobile New Media de IAB Spain, “Mobile já não é um canal mais no qual comunicar, se converteu no principal suporte de comunicação para os usuários. As redes sociais se consomem praticamente em mobile em sua totalidade, assim como o e-mail. Para comunicar, pensemos em mobile first”.

O Anuário da Comunicação 2017 conta com 7 reportagens, 14 empresas e 14 casos de sucesso, além do Diretório da Comunicação, que este ano inclui 500 novas empresas. Mais um ano, a publicação foi e é a referência dos comunicadores.

 

Fonte: Dircom (Espanha)

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Montserrat Tarrés: presidente da Fundacom “Cibecom é uma iniciativa para compartilhar conhecimento e para melhorar a prática profissional”

4 Abril 2017 |by Fundacom | Comentários fechados em Montserrat Tarrés: presidente da Fundacom “Cibecom é uma iniciativa para compartilhar conhecimento e para melhorar a prática profissional” | Entrevistas | , ,

P: O que caracteriza uma comunicação responsável?

R: Construir e manter a confiança em nossas organizações por meio de nossos grupos de interesse é a contribuição da função da comunicação na reputação das mesmas. Em este entorno extremamente competitivo, conseguir reputação é uma questão que determina a viabilidade de nossas entidades. A comunicação responsável se caracteriza por dois elementos fundamentais: a consciência e a percepção. Consciência, no sentido de ser vigilantes do entorno, detectando os novos influenciadores, escutando as necessidades dos diferentes públicos e integrando essas demandas no comportamento organizacional. Percepção, no sentido de comunicar de uma forma transparente, verdadeiro e responsável, já que é a única via de gerar a confiança que se traduz em reputação.

P: Quais são os principais benefícios da comunicação responsável?

R: Como comentei, a comunicação responsável contribui para a reputação das organizações. A comunicação serve para estabelecer uma relação baseada no diálogo com os diferentes grupos de interesse, em que a escuta de suas demandas e a integração das mesmas nos valores das organizações é tão importante quanto a transmissão a estes coletivos dos processos que acometem as entidades para dar serviço à sociedade, processos que devem se basear na responsabilidade corporativa, em uma gestão responsável nos âmbitos do bom governo, as questões sociais e trabalhistas, e o meio ambiente. A sociedade exige, cada vez com mais força, entidades que respeitam o entorno em que operam, entidades sustentáveis. Somente por meio de uma gestão responsável e de uma comunicação também responsável podemos contribuir a edificar a reputação das organizações em um contexto digiral em que o risco de perdê-la é mais acentuado do que nunca.

P: Por que a senhora considera que a comunicação é fundamental para a cooperação entre os países de língua hispânica e portuguesa?

R: Exercer a função de comunicação em espanhol e português é uma magnífica oportunidade de unir esforços para construir organizações e sociedades melhores. Não só para os profissionais de comunicação, se não também para as entidades que eles fazem parte. Neste sentido, Fundacom assinou acordos de colaboração com aquelas instituições que promovem a cooperação no âmbito ibero-americano. Assinamos convênios com a Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI) e o Conselho de Empresários Ibero-Americanos (CEIB) para poder cooperar em diversos âmbitos nos quais a comunicação é chave.

P: Qual é o principal benefício que traz a Fundacom?

R: Fundacom representa a união das principais organizações ibero-americanas de comunicadores  no convencimento de que a função da comunicação é estratégica para o bom funcionamento das entidades.

Sua missão é a de gerar e compartilhar conteúdos e projetos de comunicação com todos os profissionais da América Latina, Portugal, Estados Unidos, Espanha e o resto dos países do mundo que utilizem o espanhol e o português como língua para esta função. Seus eixos estratégicos são aumentar a influência, o conhecimento, a formação e o networking dos profissionais e diretores de comunicação nesses países. Em um entorno complexo em todos os níveis, necessitamos profissionais de comunicação competentes, com visão estratégica, com formação diretiva consistente e com perspectiva internacional. Elevar o perfil de competências e fomentar o networking de nosso coletivo são objetivos fundamentais desta plataforma.

Fundacom beneficiará as associações parte pelo desenvolvimento que dará para o associativismo em nosso setor e o possível impulso para o surgimento de organizações em países onde elas ainda não existem.

Fundacom trará vantagens também para seus membros profissionais, já que eles terão acesso a mais conhecimento, estudos, networking e mais oportunidades profissionais em toda Ibero-América.

Da mesma forma, trará benefícios para nossas empresas, tanto as multinacionais como as PMEs, que estão já internacionalizadas ou em processo de fazê-lo, já que terão acesso ao conhecimento gerado nos diferentes países, à diversidade de práticas em nosso setor, às diferentes tendências, ao melhor talento em nossa área.

P: Por que a senhora considera que o Cibecom é importante para o desenvolvimento presente e futuro da profissão de comunicação?

R: Cibecom é uma iniciativa para compartilhar conhecimento e redes para melhorar a prática profissional e o perfil de competências dos profissionais de Comunicação na Ibero-América. Cibecom busca reunir profissionais que utilizem o espanhol e/ou o português para o desenvolvimento de sua função para trocar experiências e melhores práticas de comunicação. De fato, um dos eventos que acontecerá na cimeira será a entrega dos Prêmios Fundacom às melhores iniciativas em comunicação em espanhol e português em nível internacional.

Além disso, queremos que seja o evento de referência da profissão para definir e conhecer as principais tendências em comunicação. Esta cimeira reunirá conferencistas empresariais e institucionais de primeiro nível para compartilhar experiências e fórmulas de gestão da comunicação nos diferentes países deste âmbito regional. Cibecom será uma oportunidade para conhecer e identificar as principais tendências e especialistas em cada mercado.

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Montserrát Tarrés

17 Novembro 2016 |by Fundacom | Comentários fechados em Montserrát Tarrés | Patronato | ,

É diplomada em Relações Públicas pela Universidade de Barcelona, possui um master em RSC co-atribuído pela Escola Universitária ESERP de Barcelona, pela Universidade Rey Juan Carlos e pelo Instituto de Recursos Humanos de Paris. Detém igualmente um master em Comunicação Científica da Universidade Pompeu Fabra.

Montserrat Tarrés tem 20 anos de experiência no âmbito da comunicação em medicina e saúde, tendo sido Secretária-Geral e Vogal de RSC da Dircom até novembro de 2014. Entre 2012 e 2014 foi Presidente da ACOIF.

Na atualidade

É, desde 2007, Diretora de Comunicação do Grupo Novartis Espanha e, atualmente, Presidente da Associação de Diretores de Comunicação (Dircom).

É professora no master de Comunicação Científica da Universidade Pompeu Fabra, no master de Comunicação Empresarial e Institucional da EADA e nos seminários de Comunicação em Saúde da Universidade de Navarra e da Universidade Rey Juan Carlos. É igualmente conferencista habitual em eventos de RSC, reputação e comunicação em saúde e autora de numerosos artigos, livros e editoriais relacionados com estas áreas.

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