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Lidya Fresnedo, PPG Comex: “As ações de comunicação são, em grande parte, os tijolos com os quais se constrói a reputação. A disciplina e a consistência nas mensagens que uma empresa comunica marcam a maneira como as empresas são percebidas”

14 Outubro 2019 |by Fundacom | Comentários fechados em Lidya Fresnedo, PPG Comex: “As ações de comunicação são, em grande parte, os tijolos com os quais se constrói a reputação. A disciplina e a consistência nas mensagens que uma empresa comunica marcam a maneira como as empresas são percebidas” | Entrevistas | , ,

P: Vivemos em um mundo digital. Que dificuldades isso traz no momento de desenvolver uma estratégia de comunicação externa? Que medidas um profissional de comunicação deve adotar para se adaptar a ele?

R: O ambiente digital implica grandes e diferentes desafios, entre os quais gostaria de destacar três:

O primeiro é manter a relevância: a quantidade de conteúdo gerado nas redes sociais e mídias digitais é tão grande que atrair e manter a atenção dos públicos é uma tarefa titânica. Hoje vivemos uma competição acirrada pela atenção do público e somos obrigados a ser mais criativos e, acima de tudo, mais estratégicos.

O segundo tem relação com a segmentação de mensagens para cada público. O alcance dos meios digitais é tão grande que a segmentação e o conhecimento dos públicos ficaram mais complicados.

Em terceiro lugar, gostaria de destacar o imediatismo. Os tempos de resposta para participar de uma conversa ou definir uma posição sobre um assunto foram drasticamente reduzidos, o que obriga as empresas a agilizar seus processos de autorização de mensagens.

Uma das chaves para se adaptar a esse novo ambiente é contar com ferramentas tecnológicas de escuta, segmentação e mensuração que permitam que você tenha um verdadeiro conhecimento do público ao qual se dirige. Também é essencial adaptar os processos internos de comunicação à dinâmica dessas novas mídias.

P: Como as ações de comunicação realizadas em sua empresa se refletem em sua reputação?

R: Construir e fortalecer a reputação de uma empresa deve ser uma ação estratégica, planejada e mensurável. As ações de comunicação são, em grande parte, os tijolos com os quais se constrói a reputação. A disciplina e a consistência nas mensagens que uma empresa comunica marcam a maneira como as empresas são percebidas.

P: Qual deveria ser a relação entre a responsabilidade social corporativa de uma empresa e sua reputação corporativa? Quais ações os diretores de comunicação devem adotar para combinar os dois fatores?

R: As ações de Responsabilidade Social Corporativa ajudam a obter e manter a licença social ou aprovação da comunidade para as operações de uma empresa e, portanto, representam uma ferramenta fundamental para a construção de reputação. Os programas de Responsabilidade Social devem estar alinhados com o propósito da empresa, para que a mensagem de responsabilidade social justifique o restante das mensagens emitidas. Novamente, a consistência e a disciplina nas causas que se apoiam são fundamentais.

É importante resistir à tentação de “pegar carona” em temas conjunturais ou que são tendência naquele momento, pois, ao dispersar as mensagens, você corre o risco de não garantir a reputação. Ao participar de tudo, acabaremos não sendo reconhecidos por nada.

P: Vimos várias campanhas que realizam em sua organização e vemos que a emoção tem um papel fundamental. Para você, quais fatores devem ser considerados ao gerenciar projetos altamente emocionais?

R: A Comex pretende continuar sendo uma marca amada pelos mexicanos. Nada mais emocional que isso. Sabemos que as mensagens emocionais são mais eficazes e memoráveis do que as que apelam à razão, no entanto, para manter a credibilidade – outro elemento fundamental no gerenciamento da reputação – é necessário que a emoção seja sustentada pelas razões.

Ao gerenciar projetos emocionais, sugiro:

Cuide da frequência e intensidade da emoção, pois é impossível (além de pouco eficaz) manter sempre um alto nível de emoção.

Não abuse dos clichês: a repetição excessiva de imagens ou mensagens subtrai a emoção.

Use o fator surpresa: a criatividade nas mensagens desempenha um papel fundamental.

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As Relações Públicas são Radicais

14 Outubro 2019 |by Fundacom | Comentários fechados em As Relações Públicas são Radicais | Conocimiento | , ,

As Relações Públicas são um componente-chave de qualquer operação nestes dias de comunicação instantânea e cidadãos razoavelmente questionadores. Alvin Adams

Como todos os anos, espero na segunda semana de setembro meu compromisso com as Relações Públicas, este não foi uma exceção e assim chegou a quarta-feira passada, 11 de setembro.

Começamos muito cedo, com uma manhã fria de final de verão na Cidade do México, às 7h45. Cheguei ao fórum de Castalia para redescobrir as Relações Públicas e suas estratégias no XII Congresso organizado pela PRORP, este ano foi RADICAL[1].

Desafios, Aprendizado, Inspiração, Conhecimento, Atualidades e Liderança.

O congresso é mais uma ocasião para me atualizar, aprender, contribuir e construir Relações Profissionais.

Apaixonada por construir pontes, consensos, conexões, costumo me esquecer das paredes, em seguida, compartilho 20 lições:

  1. A reputação move mercados.
  2. As macrotendências na Reputação: tensão no comércio internacional, empoderamento das mulheres, market influencers, fake news, empresas com finalidades.
  3. No momento de uma crise, considere: o que vamos comunicar, como vamos comunicar, a quem devemos comunicar e por que meios, ou o que não comunicamos.
  4. Preocupe-se com seus colaboradores, eles são um setor essencial para atrair talentos.
  5. Os linchamentos começam no offline e são amplificados no online. Sempre existe uma instituição que aceita linchamento.
  6. Continuamos nos preparando para empregos do passado e não do futuro, temos que ser flexíveis e nos preparar todos os dias.
  7. A liderança do CEO de uma empresa implica hoje, em tempos de transformação, em participar em temas de ativismo, sejam eles políticos, sociais.
  8. A sociedade valoriza líderes responsáveis: comporte-se eticamente, preocupe-se com causas sociais.
  9. A Reputação tornou-se o pilar fundamental da inteligência coletiva.
  10. Que a Inteligência Artificial me diga o que é o melhor que tenho, o melhor da minha marca, para que ela seja diferente.
  11. Mais de 80% do que assimilamos através dos sentidos é visual.
  12. A cor está relacionada a todos os aspectos da nossa vida.
  13. As cores devem ser usadas para contar histórias.
  14. Cor como o território da conversa, antecipe-se.
  15. Que sua marca ouça o entorno quando chegar a um país, o que a comunidade sente e que impacto ela terá.
  16. Revise nosso vocabulário enquanto falamos com nosso público.
  17. A Responsabilidade Social deve estar alinhada com o objetivo das empresas.
  18. Em 2006, começamos a falar de Você a Você para as marcas.
  19. Ser bom é rentável, agir de perto, ouvir, gerar diálogo, tomar decisões são ações para que nossas empresas sejam diferentes.
  20. Adapte-se ao nosso ambiente, adequar nossa linguagem ao nosso público, nossas ações, foque no longo prazo e visualize o futuro.

Nos vemos em 2020 no próximo Congresso PRORP.


[1] RADICAL é a sigla formada pelo início das palavras “Desafios, Aprendizado, Desafios, Inspiração, Conhecimento, Atualidades e Liderança” em espanhol (Retos, Aprendizaje, Desafíos, Inspiración, Conocimientos, Actualidad y Liderazgo).

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Em busca de excelência em comunicação

8 Agosto 2019 |by Fundacom | Comentários fechados em Em busca de excelência em comunicação | Conocimiento | ,

Com a apresentação dos resultados do Terceiro Relatório do Latinamerican Communication Monitor 2018-2019, a informação e os parâmetros do modelo de excelência comunicacional apresentados na versão anterior do estudo são bastante complementados.

A grande vantagem é que, com essas novas informações, os diretores, gerentes e administradores da comunicação podem ampliar os parâmetros para buscar a excelência em seus departamentos e sua gestão diária de gerenciamento de comunicação.

O estudo 2018-2019 apresenta as medidas em nível latino-americano sobre como comunicadores de 19 países gerenciam a comunicação estratégica e seus principais desafios, tais como: as fake news, a confiança, informação para a tomada de decisões, liderança, satisfação, estresse e o compromisso trabalhista da administração.

Um dos principais dados que traz o estudo e que se converte no grande desafio para os comunicadores da região é que apenas 20% dos departamentos foram qualificados com o nível de excelência, o que é preocupante e valida a problemática natural que os comunicadores enfrentam ao seguir tendo poucos recursos humanos e materiais para o desempenho da função dentro das organizações.

Na minha opinião, a digitalização tem agravado esse eterno problema dos comunicadores, pois graças à velocidade da mudança digital, novas prioridades e preocupações surgiram diretamente relacionadas ao enfrentamento da evolução digital, ao uso da tecnologia e às demandas por maior transparência. Após estas novas prioridades, ainda segue vigente a eterna necessidade de fortalecer o papel da função da comunicação e, por isso mesmo, solicitar internamente nas empresas mais recursos financeiros para apoiar administrativamente as áreas e o pessoal que trabalha na função.

Na verdade, essa nova tendência de digitalização está mudando e afetando a aplicação de recursos nos departamentos de comunicação, que tiveram que aumentar os investimentos para enfrentar o fluxo de informações da Internet e das redes sociais. Agora é necessário investir em monitoramento digital, tecnologia, algoritmos, influenciadores, infelizmente não se aumenta o investimento para aumentar as habilidades, confiança e desempenho das equipes de trabalho.

É por isso que os resultados deste segundo estudo tornam-se, para os comunicadores, a melhor evidência científica e o modelo com o qual eles podem, por um lado, demonstrar à alta direção as tendências e necessidades da comunicação em nível regional e por país; e, por outro, definir e adaptar um modelo de excelência para melhorar o desempenho da função e da operação da comunicação.

A partir da análise da última versão do estudo, surgiram algumas questões que deixo para os comunicadores resolverem e tentarem ver sua função de uma maneira diferente: será que eu e minha equipe de trabalho estamos preparados para enfrentar as fake news? Quais informações de valor eu gero? Que outros tipos de relatórios podemos preparar para dar mais valor à minha área? Quais são os principais desafios e prioridades estratégicos da empresa e da minha área? Eu avalio e conheço a confiança e o comprometimento de meus funcionários de maneira permanente? Eu me preocupo com o estresse gerado no meu escritório? Eu avalio ou conheço a satisfação laboral da minha equipe de trabalho? Como é a política salarial com a minha equipe de trabalho? Eu e minha equipe somos mais coaches do que operacionais? Eu uso big data e algoritmos para gerar informações?

Ao responder a essas perguntas, podemos começar a criar um plano estratégico para nos tornarmos um departamento de excelência em comunicação.

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A boa reputação corporativa, vantagem competitiva ou imperativo para as empresas?

20 Fevereiro 2018 |by Fundacom | Comentários fechados em A boa reputação corporativa, vantagem competitiva ou imperativo para as empresas? | Conocimiento | ,

As vantagens competitivas tradicionais, como qualidade, preço e sistemas de distribuição eficientes já se tornaram apenas commodities.

Para se distinguir em seus mercados, as empresas e as instituições devem desenvolver diferenciais para conquistar a preferência de seus interlocutores sobre sua concorrência.

O elemento fundamental para isso é a gestão da reputação corporativa.
A reputação se constrói a partir de uma conduta ética das empresas e instituições, juntamente com uma sólida governança corporativa e uma estratégia de comunicação adequada.

A responsabilidade social corporativa (produto do compromisso das organizações com seu entorno) está deixando de ser apenas um elemento para construir uma boa reputação, para virar uma exigência.

A Bolsa de Valores Mexicana já exige que as empresas que pretendem investir nela parte de seu capital sejam sustentáveis. É um requisito sine qua non para estar no mercado de capitais.

Até mesmo a própria Bolsa não pôde colocar recentemente suas próprias ações no mercado porque não atendia a esse requisito.

Outro exemplo da importância da reputação corporativa foi dado no Fórum Econômico Mundial, realizado em Davos, na Suíça.

Além de discutir a situação atual e a necessidade de maior conscientização global, foram apresentados ali os resultados de vários monitores ligados à sustentabilidade e à confiança.

The Sustainability Yearbook, elaborado pela RobecoSAM, analisa mais de 2000 empresas listadas no Dow Jones Sustainability Index e mede as companhias que se destacam pela gestão da sustentabilidade e, ao mesmo tempo, representam uma oportunidade de investimento.

A líder do ranking em 2013 foi a Umicore, uma empresa com sede na Bélgica dedicada a tecnologias limpas. Chegou à primeira posição apoiada em sua gestão transversal da sustentabilidade para o processo de transformação de uma empresa de mineração em uma empresa de tecnologias inovadoras de reciclagem e energias limpas.

A tendência é clara: a sustentabilidade é gradualmente convertida de valor agregado a um requisito para o desenvolvimento das empresas.

O grande desafio dos profissionais em relações públicas é precisamente gerenciar e proteger a boa reputação, que se tornou o grande patrimônio das empresas.

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As crises te fazem mais fortes

13 Dezembro 2017 |by Fundacom | Comentários fechados em As crises te fazem mais fortes | Actualidad | ,

O terremoto no México vivido em primeira pessoa por um especialista em comunicação

Como todos vocês sabem, os abalos sísmicos de setembro de 2017 no México foram devastadores. Todos os profissionais de Relações Públicas e Comunicação no México viveram em sua própria pele uma crise muito forte, que nos obrigou a resgatar toda nossa experiência em gestão de crise e aplica-la da melhor maneira possível. Primeiro, em nossos círculos próximos, empregados, clientes e stakeholders. E, de aí, crescendo a comunidades públicas, ajudando com o poder da comunicação, aos chamados de ajuda.

Em PROPR, particularmente, vivemos muito de perto as consequências do tremor de19 de setembro com Lucía Zamora, que esteve colaborando conosco dando oficinas e seminários de Storytelling.

Todos nós revalorizamos o poder que temos como comunicadores, pudemos ver isso refletido em muitas das convocatórias, no valor das mensagens de apoio e sobre tudo nas histórias como as de Lucy, que aqui compartilhamos.

Olga Oro (@ooro)

Antes do S19

“É que sou outra”, escrevi alguns dias antes do S19. “Uso tênis ao invés de saltos, caminho ao invés de andar em quatro rodas, já não me preocupa o penteado perfeito e como menos açúcar. Me tornei amiga da solidão e liberei meus demônios”. E é que este ano foi particularmente duro, meu entorno mudou, eu também mudei e estava começando a me ordenar, a decolar. “É que me sinto outra porque já não sou filha, nem neta, nem mãe; nem sequer dona de um cachorro”.

Este escrito ficou sepultado junto com um pedaço de mim e, talvez, com parte da dor que estampava estas letras. Era parte de meu primeiro projeto literário que trabalhava em uma oficina de escrita na colônia Roma, para onde iria depois de trabalhar umas horas em Álvaro Obregón 286, meu escritório remoto.

Depois de uma manhã agitada, logo cheguei ao edifício; a simulação me surpreendeu justo quando fazia um depósito no banco e comentei com a moça ao meu lado: estou me borrando. Tudo era igual, mas as ruas estavam mais ruidosas e caóticas do que o normal. Caminhei pela colônia com o café na mão, subi as escadas, me sentei em meu escritório, saquei meu computador e comecei a trabalhar.

Durante el S19

É que sim, sou outra. Descobri minha força, aquela que eu mesmo sepultava, sem aceita-la, sem olhar. A escondia sobre escombros de dor e insistia em trazer demônios do passado. Em tantas horas de profunda escuridão e silêncio, na penumbra da incerteza, entre pó e lágrimas, reconheci minha fortaleza. Física e mental. Meu corpo respondia e apenas desenhava uns arranhões. Minha mente estava determinada a lutar contra a voz interna que sugeria um cenário fatalista. Pensei: “Se estou ilesa debaixo de toneladas de cimento perfeitamente acomodadas ao meu lado, é porque lá fora há algo pra mim”. Perguntei uma ou outra vez a Deus, inclusive exigi uma resposta.

Aquele dia me sentia oprimido por tantas pendências que pareciam não acabar. Observei Isaac passar e perguntei: o que me trouxe? Uma co-worker me cumprimentou e comentou: “Amiga, me senti muito alta, talvez sejam meus saltos”. Respondi: “Além disso, eu estou de tênis”. Rimos. Vi passar alguns companheiros com pouca atenção por seguir submersa nos meus afazeres. Tomei o último gole de café e me servi um copo de água com pepino e limão. Fiz um posto no Facebook, pedindo uma recomendação.

Tremeu. Um movimento inexplicável seguido de uma reação estranha me levou instintivamente para onde Isaac nos indicava: a escada de serviço. Nunca cheguei até lá pelo movimento que balançava a terra, o edifício, as pessoas. Em questão de segundos, a luz se apagou, me senti coberta de terra, sem voz e com a respiração ofegante. Tive medo.

Aconteceu comigo aquilo que jamais passou pela minha cabeça, porque achamos que estamos imunes às tragédias, à mudança, ao movimento, ao poder do universo. Lutar tantas batalhas na minha vida sempre teve um duplo papel, de acreditar que estava isenta de mais dor ou, bem, de me sentir vulnerável a tudo. Mas eu estava lá, sepultada, incrédula, ansiosa. Não entendia nada ali embaixo. Tive todas as emoções e sensações possíveis em questão de segundos. Meus instintos e a adrenalina vieram ao meu auxílio. Está bem? Está ferido? Perguntava a Isaac. Estávamos física e mentalmente naquela nova realidade. Uma realidade onde ter os olhos abertos ou fechados era a mesma coisa. As sensações do corpo estavam em segundo plano. Eu sentia um ambiente frio por estar cercada de concreto, mas não era insuportável. Era pior me ver imersa nisso, com pouca mobilidade e gritos que se apagavam. Com silêncios que pareciam eternos.

Fizemos o que dava: rezar, chorar, duvidar, acreditar, gritar, aceitar. Nos fizemos companhia em silêncio. E juntos, juntos celebramos a voz milagrosa que nos perguntou: Quem está aí? Digam seus nomes.

Depois do S19

Foto nuevaÉ que sim sou outra, porque um edifício desmoronou sobre mim. Que mais dizer sobre o tênis ou o penteado… coisas menores. Sou outra por que me atrevi a me derrubar e a me reconstruir: me atrevi a viver.

Aquele desmoronamento me deixou lições de vida que ainda descubro e abraço. Não tenho pressão e fluo. Também choro e me aborreço. Também estou feliz de contar. Também me impressiona meu sorriso aquele dia em que um belo corpo de resgate me devolveu a vida. Aquele dia voltei a rir e abraçar minha irmã. Aquele dia me atrevi a deixar a dor debaixo da terra para viver assim… sorrindo.

Em que acredito? Se devemos rezar? Creio em Deus, na força das palavras, na determinação, nos ensinamentos de Buda, Jesus e outros tantos professores. Creio no amor e na compaixão. Creio na natureza e no universo; no poder do corpo e da mente. Creio em mim. Creio nas segundas oportunidades e em que, cedo ou tarde, as respostas chegam.

* Lucía Zamora se encontrava no edifício de Álvaro Obregón 286 no último 19 de setembro quando houve o terremoto. Não conseguiu sair e foi resgatada 36 horas depois.

Por Lucía Zamora (@SoyYoLucy)

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O conceito de RSC e o que significa, Lorena Carreño

2 Fevereiro 2017 |by Fundacom | Comentários fechados em O conceito de RSC e o que significa, Lorena Carreño | Actualidad, Actualidad CIBECOM, Noticias | , , ,

Muitas empresas veem a Responsabilidade Social como um gasto e não como um investimento, e esta questão precisa ser tratada, de uma vez por todas, como um pilar da competitividade alinhado com a estratégia dos negócios e não como uma mera filantropia ou caridade. Para alcançar este objetivo não significa que tenha que se mudar a essência do negócio, mas sim que se utilizem diferentes métodos. No México, o assunto está na ordem do dia há vários anos, e cada vez mais vemos um avanço gradual na agenda pública e empresarial. Está provado que, na altura de escolher entre duas marcas da mesma qualidade e preço, a decisão de compra incide em 41% para aquela marca que tem a componente da responsabilidade social, seguida do design e da inovação, que atingem 32% ou 26% de lealdade à marca. E como se não bastasse, estudos oficiais indicam que 70% dos consumidores dizem que estão dispostos a pagar mais por uma marca que apoie causas sociais ou ambientais.

Que benefícios proporciona a RSC (Responsabilidade Social Corporativa) e que prioridade dão as organizações a este assunto? A União Europeia no seu “Livro Verde” define-a como “a integração voluntária pelas empresas de preocupações sociais e ambientais nas suas operações comerciais e na sua relação com os seus interlocutores“, e o Conselho Mundial Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável enquadra-a como “o compromisso das empresas para contribuir para o desenvolvimento económico sustentável com os funcionários, as suas famílias, a comunidade local e sociedade em geral para melhorar a sua qualidade de vida“. Em ambas as definições está a sociedade, o meio ambiente e criação de valor no longo prazo.

Se o termo RSC está ligado ao desenvolvimento sustentável e à gestão do seu impacto económico, deveria ser visto a partir da perspectiva de rentabilidade no negócio, mas não é assim, já que para a maioria das empresas este assunto ainda não faz parte do seu core business, pelo que é necessária uma maior consciência social e, para além das boas intenções de exibir um diploma entregue por terceiros, são necessárias melhores ferramentas que permitam aos empresários aplicar melhor os seus esforços.

A Aliança para a Responsabilidade Social Corporativa (AliaRSE) e o Centro Mexicano para a Filantropia (Cemefi) fizeram a primeira tentativa para distinguir as empresas com esta abordagem no país. Embora haja muito espaço para melhorar, esta é uma primeira iniciativa para evidenciar estratégias empresariais, divulgando as ações das empresas que têm um verdadeiro impacto social. Sem dúvida, o interesse para obter esta distinção está a crescer, já que, 17 empresas obtiveram o diploma em 2001, e em 2014 o número de empresas galardoadas aumentou para 774.

Este diploma não é uma certificação, mas sim um auto-diagnóstico suportado pela organização e verificado pelas empresas que o concedem.

O interesse em promover a responsabilidade social tem levado a outras iniciativas de várias organismos, tais como o Instituto de Desenvolvimento Empresarial Anáhuac (IDEA), o Instituto Mexicano de Executivos de Finanças (IMEF), a Norma Mexicana de Responsabilidade Social, o Pacto Global México, a Red Puentes, e os Comunicadores de Responsabilidade Social (COPARES), entre outros. Isso revela que há muito a ser feito, e que a estratégia de Responsabilidade Social das Organizações deve ser integrada.

A questão da reputação e da imagem de marca tem dado um forte impulso à responsabilidade social: quando uma organização está envolvida numa crise mediática motivada por danos ambientais, direitos humanos ou corrupção, os gestores aceleram a implementação dos esforços de gestão ética nos seus negócios. Se nos anos cinquenta do século XX o bem mais valioso da organização eram os bens tangíveis, na primeira década do século XXI isso mudou, para dar mais valor à marca. De acordo com a Brand Finance, atualmente os bens tangíveis representam apenas 10% do valor da marca. Hoje, a maior riqueza está na relação da marca com a sociedade, pois os consumidores já não procuram os valores da marca, é a marca que tem de aproximar-se dos nossos valores e aspirações como sociedade. Logo mais, não é a própria sociedade que deverá avaliar as empresas nas suas ações de Responsabilidade Social?.

O termo Responsabilidade Social tem sido conotado com conceitos como a filantropia ou caridade, o que, longe de ajudar ao seu posicionamento, dão uma noção completamente alheia da sua verdadeira função. Durante décadas, foram desenvolvidos esforços para não ser identificada como uma questão assistencial: antes de mais, deve gerar um maior compromisso com a empresa, identificar melhor o seu impacto social externo e na sua própria estrutura, como um claro compromisso de trabalho com os seus funcionários e membros de uma comunidade específica.

Por outras palavras, a RSC envolve o diálogo e a interação com os diversos stakeholders da organização, pois esta é uma visão de negócio que integra o respeito pelas pessoas, pelos valores éticos, pela comunidade e pelo meio ambiente com a própria gestão da empresa, independentemente do produto, do serviço, do setor de atividade, do tamanho ou da nacionalidade com que aparece no mercado. Esta atitude não é alheia à função original da empresa, mas pelo contrário, implica cumprir com a sua missão sabendo que terá um impacto, positivo ou negativo, com os grupos ligados ao seu funcionamento. Se não for aplicada de forma integral, corre-se o risco da implementação de práticas que, embora sejam socialmente responsáveis, ao não estarem coordenadas com um mandato e uma cultura institucional, podem vir a ser suspensas por qualquer eventualidade, situação imprevista, crise orçamental ou de gestão da empresa.

Em resumo, a RSE está comprometida com a melhoria contínua da organização, o que pode gerar valor acrescentado para todos os seus stakeholders e com eles ser sustentavelmente competitiva: na sua estrutura interna, focada na criação de valor entre os colaboradores que se integram com equidade, justiça, qualidade de vida e desenvolvimento integral; e na sua estrutura externa, na geração de bens úteis para os seus stakeholders, além do reconhecimento social e corporativo, e o ambiente favorável do mercado para o desenvolvimento do negócio.

A RSC enquadra-se em quatro áreas estratégicas que são a ética empresarial e a governança, a qualidade de vida da empresa, a ligação e o compromisso com a comunidade e seu desenvolvimento, e o cuidado e preservação do meio ambiente. Estas quatro áreas estão inseridas nos princípios do Pacto Global para apoiar e implementar um conjunto de valores fundamentais nas áreas de direitos humanos, das normas laborais e do meio ambiente, o que significa que uma empresa deve promover mudanças positivas em sectores relevantes para as suas operações de negócios.

Com um percurso de mais de 20 anos de experiência, Lorena Carreño foi presidente da PRORP, a Associação Mexicana de Relações Públicas. Atualmente é vice-presidente da CICOM (Confederação de Comunicação de Marketing) e diretora geral da Marketing Q S&C, uma empresa de consultoria de Comunicação Corporativa, e sócia da agência LewisPR, com sede em Londres.

Pode ser contactada em: lcarreno@marketingq.com.mx e @LoreCarreno

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Olga Oro, Presidente da PRORP, México: “A reputação de uma organização é o seu principal valor”

2 Janeiro 2017 |by Fundacom | Comentários fechados em Olga Oro, Presidente da PRORP, México: “A reputação de uma organização é o seu principal valor” | Entrevistas | ,

P: Qual é o principal desafio que os profissionais de relações públicas enfrentam na América Latina?

R: O desafio mais importante é demonstrar o valor da nossa profissão, a real importância na gestão de reputação de uma empresa.

Para isso, identifico quatro pontos muito importantes que devemos trabalhar para fortalecer o nosso trabalho:

a) Medição em Relações Públicas, convencer os nossos clientes que há algo mais do que a perspetiva quantitativa de valor publicitário equivalente, e agregar indicadores qualitativos que estejam alinhados com os objetivos estratégicos planejados.

b) Estratégia de Comunicação com influenciadores, todos os dias esta gestão está a gerar mais impacto e repercussões nas marcas dos nossos clientes, pelo que devemos focar-nos em trabalhar na criação de uma relação autêntica entre esses influenciadores e as nossas marcas.

c) Comunicar visualmente, a cada dia é mais importante que os profissionais tirem partido das técnicas de imagem e utilizem vídeos na estratégia de comunicação dos seus clientes ou marcas, aproveitando sempre as plataformas de redes sociais.

d) Criatividade na entrega das mensagens, devemos considerar que a maneira como contamos as histórias é fundamental assim como a escolha dos meios. Temos de continuar a inovar e a explorar diferentes plataformas para cada vez obter mais sucesso junto das audiências escolhidas.

P: Qual é a relação entre as relações públicas e a reputação de uma organização?

R: Um dos aspetos fundamentais das relações públicas é criar, manter e cuidar da imagem corporativa das organizações. Uma boa imagem corporativa leva a que a empresa obtenha uma perceção positiva e uma boa reputação.

A reputação de uma organização é o seu principal valor. É o ativo mais importante já que cria e sustenta o valor da marca, o preço da ação, a confiança dos clientes e provedores, a credibilidade com as autoridades e a retenção dos melhores colaboradores… mas é também o ativo mais vulnerável.

P: Quais são os três primeiros passos em relações públicas, que devem ser seguidos por uma empresa, quando confrontada com uma crise?

R: As crises surgem quando um evento importante ameaça prejudicar a imagem da marca ou empresa, e o trabalho da agência de Relações Públicas ou do responsável de Relações Públicas de cada empresa deve passar pela monitorização e identificação da crise, seguindo estes passos:

Passo 1. Identificar e Monitorizar
Identificar que tipo de evento gerou a crise e monitorizar e adaptar a comunicação aos canais de difusão e viralização.

Passo 2. Formar um Comité de Crise e recorrer (se existir) ao Manual de Crise da empresa.
O Comité de Crise deve ser formado com pessoas que disponham da informação e que sejam especialistas no tema do problema. A administração da empresa deve ser envolvida na tomada de decisões imediatas e nunca devemos negligenciar a comunicação interna. É vital que os colaboradores tenham a informação em primeira mão.

Passo 3. Reagir em tempo útil e com absoluta transparência
Há que reagir rapidamente e admitir o que aconteceu, evitando cair em provocações. Seja proativo… assuma o controlo da situação antes que outros a assumam por si.

Responda honestamente, mesmo que não tenha todos os dados no momento. E continue a comunicar os fatos ou a agir com base nos elementos que vai tendo.

P: Qual é o maior erro que as organizações cometem na hora de implementar uma estratégia de comunicação digital?

R: O principal erro é participar sem uma estratégia adequada aos objetivos de negócio e aos valores fundamentais da empresa.

Muitas vezes, uma organização decide que não vai participar nas redes sociais, porque não sabe como fazê-lo e porque tem medo de “abrir uma porta” de onde pode receber comentários que não quer ouvir… A essas organizações o que digo sempre é que, mesmo que não participam, a sua imagem corporativa e as suas marcas estão presentes nos comentários dos seus públicos e se surgir algo negativo, a sua reputação vai ser afetada sem que a empresa dê conta.

Atualmente, as organizações devem ter uma estratégia de comunicação digital como parte integrante do seu programa de comunicação. Ninguém se pode dar ao luxo de não o fazer sem correr um sério risco de ver a sua reputação ser afetada pelo seu silêncio ou por uma má gestão da sua estratégia.

P: Por que considera que uma cimeira como a CIBECOM’2017 é importante para o desenvolvimento presente e futuro de uma organização como a PRORP (México)?

R: As relações públicas, assim como o marketing, a publicidade e a comunicação organizacional vão-se transformando dia-a-dia, adaptando-se às novas tendências e ao ambiente digital. Uma cimeira como a CIBECOM’2017 permite-nos contactar com profissionais de comunicação que implementaram ações inovadoras e bem-sucedidas, nos seus respetivos países ou regiões, dando-nos novas ideias e aprendizagens aplicáveis aos nossos ambientes.

Para além disso, a CIBECOM’2017 também nos dá, pela primeira vez, a oportunidade de reconhecer campanhas de sucesso de cada país da Ibero-América, através dos Prémios Fundacom, e também ainda de conhecer melhor as práticas de comunicação nestes mercados através do LCM (Latin America Communication Monitor.

Tudo isto fortalece a PRORP e os seus associados, mantendo-nos atualizados com o que vai acontecendo à sua volta e a um nível regional.

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Um olhar sobre o estado das Relações Públicas no México

31 Outubro 2016 |by Fundacom | 0 Comments | Actualidad CIBECOM, Noticias | ,

Há muito tempo que ficou para trás a visão que se tinha sobre o significado da área das Relações Públicas.

A comunicação organizacional com os seus interlocutores, deixou de depender apenas dos boletins e comunicados que se geravam nas áreas de comunicação, e hoje contratam-se empresas e pessoal especializado em gestão da informação e, sobretudo, na arte de comunicar.

A globalização e a necessidade dos agentes económicos e dos políticos mexicanos de informar os seus públicos internos e externos sobre a situação do país, obrigaram a que as empresas e o próprio governo recorressem à experiência das agências de relações públicas para fortalecer a credibilidade das suas mensagens.

Com o crescimento das Redes Sociais, que nos permitem ter acesso instantâneo à informação, a prática das relações públicas foi obrigada a profissionalizar-se e a especializar-se cada vez mais.

As relações públicas alteraram-se qualitativamente convertendo-se no canal de comunicação através do qual as empresas expõem as suas estratégias e a sua

Operação – são neste momento uma necessidade. Os consumidores finais exigem cada vez mais informação e de maior qualidade, não só relativamente aos bens e serviços que estão dispostos a consumir, mas também relativamente ao caráter da empresa que os produz ou oferece.

Uma das maiores transformações que ocorreu no mundo das relações públicas tem precisamente a ver com quem as pratica: os profissionais deixaram de ser apenas os porta-vozes da empresa e tornaram-se storytellers ou contadores de histórias.

São agora uma presença que nos conta uma história sobre a empresa, o produto, a indústria da qual faz parte, das mudanças na mesma e de como, por vezes, as crises se convertem em oportunidades.

Os dados concretos neste setor falam de um crescimento económico constante, de uma inegável profissionalização das agências especializadas ou dos Departamentos de Relações Públicas das empresas.

De acordo com os números da sondagem anual realizada pela Associação Mexicana de Profissionais de Relações Públicas (PRORP), o valor de mercado da indústria das Relações Públicas em 2015 foi de $6,500 milhões de pesos, o que demonstra uma inversão da clara tendência para o crescimento no intangível que resulta ser a Reputação Corporativa e nas atividades da era digital, que são cada vez mais valorizadas.

O resultado deste estudo fala da maturidade da indústria e da relevância desta disciplina com as estratégias de comunicação, que devem dar a conhecer os valores da empresa, a sua filosofia, o seu compromisso e responsabilidade com o meio ambiente e a sociedade no seu todo.

 

Olga Oro Coppel

Presidente

PRORP

Associação Mexicana de Profissionais de Relações Públicas

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Conclusões do 9º Congresso Internacional de Relações Públicas da PRORP, México

29 Setembro 2016 |by Fundacom | Comentários fechados em Conclusões do 9º Congresso Internacional de Relações Públicas da PRORP, México | Actualidad CIBECOM, Noticias | ,

A 29 de Agosto decorreu o 9º Congresso Internacional de Relações Públicas organizado pela Associação Mexicana de Profissionais de Relações Públicas (PRORP), um espaço destinado ao debate e à discussão das últimas tendências em matéria de Relações Públicas no México.

Pelo nono ano consecutivo, o Congresso conseguiu reunir especialistas de alto nível internacional e nacional como Michael Briggs da Ogilvy PR, Charlotte Runco e Rob Hittner  da Edelman, Gabriel Guerra da Guerra Castellanos e Associados e Fred Cokk da Golin International, entre outros, que contribuíram com a sua valiosa experiência e visão do futuro da indústria das Relações Públicas.

Este ano, o Congresso não só gerou a discussão de temas atuais, como também deu origem à controvérsia gerada por diferentes atores nacionais e internacionais dos nossos dias.

Neste contexto, Michael Briggs fez uma analogia dos “muros” e “fronteiras” que se tentaram impor entre o México e os Estados Unidos, e que foram derrubados no mundo global das Relações Públicas. “As Relações Públicas Recarregadas: mudança iminente.”

Enquanto isso, Charlotte Runco e Rob Hittner da Edelman PR explicaram como o conteúdo das mensagens dos influenciadores mudou na sua essência … “no seu DNA”, e como este grupo de comunicadores veio para ficar e influenciar, como o seu próprio nome indica, a comunicação.

Fred Cook, da Golin Internacional, surpreendeu muito positivamente ao mostrar os resultados do Global Communications Report.

O cientista político Gabriel Guerra, por sua vez, deu o seu ponto de vista sobre o presente e o futuro da comunicação política, analisando o caso controverso de Donald Trump enquanto candidato à Presidência dos Estados Unidos.

A larga experiência de Oscar Kauffman, da Nicestream, levou a um maior foco na comunicação digital e nas mudanças que irão surgir nesta área. Para fechar o ciclo de conferências, Mayte Rodríguez,  Diretora Geral da Clear Channel, falou sobre a importância da inovação e da adaptação à mudança no crescimento e desenvolvimento das empresas.

Algumas reflexões sobre o congresso e o futuro das Relações Públicas:

  • Mensagem em função do público-alvo
  • Sem investigação não há estratégia
  • O futuro das Relações Públicas deve ser orientado para a criação de conteúdos
  • Inovar e adaptar-se à mudança
  • A equipa humana é o motor da mudança
  • Pensar digitalmente
  • É preciso ter uma visão de longo prazo.

Para terminar o dia, a PRORP organizou uma série de workshops sobre diferentes temas: Produção de conteúdos digitais atraentes; Técnicas de Stand Up Comedy para porta-vozes; Como transformar uma agencia de Relações Públicas tradicional numa agência digital; e Estratégias de comunicação interna centradas no negócio.

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Asociación Mexicana de Profesionales de Relaciones Públicas

22 Abril 2016 |by Fundacom | Comentários fechados em Asociación Mexicana de Profesionales de Relaciones Públicas | Asociaciones |

A PRORP tem como principais objetivos:

  • Promover o conhecimento e a profissionalização das relações públicas no México.
  • Abrir novos mercados para as relações públicas no país.
  • Facilitar o intercâmbio de experiências profissionais.
  • Garantir a ética profissional dos seus associados.
  • Fomentar a investigação e o desenvolvimento das relações públicas nas instituições de ensino superior.
  • Propiciar que as relações públicas apoiem o desenvolvimento da sociedade mexicana.
  • Defender os interesses das relações públicas mexicanas no seu âmbito de atividade (económico, fiscal, político, académico e social).

Os associados de PRORP comprometem-se a serem regidos por comportamentos profissionais, a manter a confiança pública e a procurar a excelência da comunicação mediante normas eficazes de desempenho, profissionalismo e conduta ética.

Valores

  • Honestidade
  • Integridade
  • Perícia
  • Lealdade

Código de Normas Profissionais:

  • Reconhecer que existe a obrigação de proteger e enriquecer a profissão. Também é imperativo informar e educar os membros sobre as práticas da profissão, garantindo a conduta ética.
  • Promover o desenvolvimento profissional de forma ativa.
  • Definir com precisão quais as atividades de relações públicas que se podem alcançar.
  • Exigir que os membros individuais sigam as recomendações e requisitos de ética e comportamento do Código.
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