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Dircom organiza encontro online com José Manuel Velasco sobre a liderança de equipes e a gestão das emoções para enfrentar o novo normal

31 julio 2020 |by Fundacom | Comentarios desactivados en Dircom organiza encontro online com José Manuel Velasco sobre a liderança de equipes e a gestão das emoções para enfrentar o novo normal | Actualidad | ,

A Associação de Diretores de Comunicação, Dircom, organizou uma nova sessão do ciclo de seminários Capabilities com José Manuel Velasco, coach, consultor de comunicação e formador em liderança, gestão de equipes e habilidades de comunicação, sobre os novos modelos de liderança adequados aos tempos de incerteza que estamos vivendo e que, seguramente, nos acompanharão a partir de agora.

QUE TIPOS DE LIDERENÇA NECESSITAMOS

Durante a sessão, José Manuel Velasco convidou os participantes a se aprofundarem sobre os diferentes tipos de liderança, que têm uma característica em comum: a comunicação é imprescindível. O formador compartilhou com os participantes as características que uma boa liderança exige. “A chave é estar a serviço de sua equipe, primeiro olhar para o interior de sua organização e depois para cima. O líder também necessita ter presença e que a equipe o veja em seu lugar de comando. Da mesma forma, o líder deve ser capaz de tecer um padrão de relacionamentos e narrativas por meio da comunicação, além de compartilhar a visão e o propósito com sua equipe. Por fim, as decisões devem ter sentido, serem fáceis de entender e de assumir”.

As 8 características de um bom líder:

  1. Lidam com a complexidade e a decodificação;
  2. Mentalidade global.
  3. Atuam estrategicamente.
  4. Promovem a inovação.
  5. Aproveitam as redes.
  6. Inspiram compromisso.
  7. Flexibilidade.
  8. Ágeis para aprender.

GESTÃO DAS EMOCOÇÕES

Em outra parte da sessão, José Manuel Velasco falou da gestão das emoções, um aspecto central na hora de dirigir as equipes. O coach executivo enumerou os quatro passos para fazê-la de forma eficaz. “O primeiro é identificar a emoção, saber o que está acontecendo comigo. O segundo seria legitimar essa emoção, seja sua ou de outra pessoa. Em terceiro lugar, devemos calibrar a intensidade que aplicamos a essa emoção. E, por fim, responder, e não reagir instintivamente”, disse.

TRÊS EMOÇÕES BÁSICAS NESTES MOMENTOS

  1. Medo. É legítimo e lógico que se produza. Temos que nos perguntar:
  • De que.
  • Qual é meu dever.
  • O que ganho.
  • Quem pode me ajudar.
  1. Estresse, angústia, ansiedade. Estamos acostumados a controlar as coisas. Temos que nos perguntar:
  • O que me causa.
  • Se posso negociar.
  • O que o reduz.
  1. Confiança. É necessário que as equipes confiem na gestão. São três elementos:
  • Competência técnica.
  • Sinceridade.
  • Credibilidade.

José Manuel Velasco também apresentou seu conhecimento sobre reações emocionais e respostas. Das primeiras, ele indicou que são instintivas, instantâneas e descontroladas, certamente baseadas em alguma experiência anterior e que podem ter um resultado incerto. Porém, se dermos um passo adiante e aprendermos a responder por meio do raciocínio, isso nos levará a uma situação controlada, com experiências e cenários possíveis, e com um resultado mais previsível.

A SITUAÇÃO ATUAL DA COMUNICAÇÃO

Durante o evento, os associados da Dircom estavam interessados ​​em conhecer a visão de José Manuel Velasco sobre a atual situação da comunicação nas empresas. Nesse sentido, o coach executivo afirmou que a comunicação esteve e continua sendo a primeira linha no front da gestão desta crise, desempenhando um papel fundamental para informar todos os stakeholders. “E depois da crise é quando você se esquece. Temos que aproveitar para continuar reivindicando a importância da comunicação e temos que estar muito ligados às necessidades imediatas das empresas, seja apoiando ao marketing e ao comercial, à retomada de suas operações ou tentando recuperar seus níveis prévios de atividade”.

ESTA SESSÃO, NO QUADRO DAS HABILIDADES GLOBAIS, FAZ REFERÊNCIA A:

  1. Oferecer liderança organizacional.
  • Ser parte ou ter acesso à equipe executiva de gestão e ajudar a construir alianças internas na organização.
  • Demonstrar a liderança em comunicação impulsionando um modelo de gestão baseado no diálogo.
  • Demonstrar a visão de negócio e financeira mediante o conhecimento dos processos essenciais da organização.
  1. Desenvolver-se e desenvolver os demais, incluindo formação profissional contínua.
  • Responsabilizar-se por seu próprio e contínuo desenvolvimento profissional, entre outras atividades, por meio da formação.
  • Participar em eventos do setor, representar a profissão em fóruns públicos e educar a outros sobre o papel e o valor da comunicação para empregados e clientes.
  • Ser capaz de oferecer orientação profissional que implique, motive e contribua para o desenvolvimento das equipes.
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¡Fórmate en TikTok y en Storytelling con los nuevos talleres online de Dircom!

17 junio 2020 |by Fundacom | Comentarios desactivados en ¡Fórmate en TikTok y en Storytelling con los nuevos talleres online de Dircom! | Actualidad | , ,

En el momento actual, el aprendizaje digital se ha afianzado como alternativa real a la presencialidad de la formación. En este escenario y dentro del espacio Aula Dircom, la Asociación de Directivos de Comunicación, Dircom, presenta dos propuestas de formación online para el mes de julio, que ponen foco en aspectos muy relevantes vinculados a la estrategia de comunicación.

ESTRATEGIA DE CONTENIDOS EN TIKTOK

El taller sobre “Estrategia de Contenidos en TikTok”, impartido por Gustavo Entrala, experto en tendencias, innovación y en posicionamiento digital, que acercará a los asistentes a las posibilidades que ofrece esta red social emergente y mostrará cómo se están posicionando en ella las marcas pioneras.

Aprender a diseñar una estrategia de contenidos para TikTok es el fin último de este taller, que arranca el próximo 1 de julio.

STORYTELLING CORPORATIVO PARA REFORZAR LA CONFIANZA

Carlos Molina, consultor de marketing y comunicación, impartirá el segundo taller de Dircom, bajo el título: “Storytelling corporativo para reforzar la confianza”.

En este curso, que comienza el 14 de julio, los asistentes aprenderán distintas metodologías para desarrollar relatos vinculados a los valores y atributos de la marca, con especial foco en este momento, en la recuperación de la confianza de los públicos internos y externos.

Ambos talleres se impartirán a través de la plataforma Zoom.

Mas información e inscripciones en: https://aula.dircom.org.

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El reto de la comunicación ante el COVID-19

29 abril 2020 |by Fundacom | Comentarios desactivados en El reto de la comunicación ante el COVID-19 | Actualidad | ,

Más de 150 socios de toda España participaron en el primer webinar de Dircom centrado en la crisis del Covid-19. Miguel López- Quesada, Tesa Díaz-Faes, Isabel Perancho,  fueron los protagonistas de este encuentro.

Miguel López-Quesada, presidente Fundacom y de Dircom y director de Comunicación, Marketing y RR. II. de Gestamp, y Tesa Díaz-Faes, directora de Comunicación del Grupo Nueva Pescanova, participaron junto a más de 150 socios de Dircom de toda en España en el primer webinar que la Asociación ha puesto en marcha para dialogar sobre las acciones de comunicación que se están llevando a cabo con motivo de la crisis del coronavirus. El encuentro fue moderado por Isabel Perancho, especialista en comunicación sanitaria y vocal de Participación de Dircom, y en el transcurso del mismo se puso de manifiesto cómo el Covid-19 ha transformado de forma radical e imprevista el escenario socioeconómico al que estábamos acostumbrados.

Ante esta situación, “los profesionales de la Comunicación se enfrentan a una crisis sin precedentes en la que la comunicación temprana, equilibrada y fiable puede resultar la mejor medicina para afrontar este desafío”, afirmó Lopez-Quesada. El presidente de Dircom explicó como la situación actual supone un reto y una disrupción absoluta para la mayoría de las personas, y como en este momento, más que nunca, la comunicación tiene que trasladar consignas claras, eficaces y sencillas, evitando en la medida de lo posible, “el ruido”.

Por su parte, Tesa Díaz-Faes, directora de Comunicación del Grupo Nueva Pescanova, explicó a los asistentes cómo se está gestionando esta situación en su compañía, en la que la comunicación interna se ha convertido en un elemento imprescindible. “Activamos el comité de crisis para analizar diariamente la evolución en los 20 mercados en los que estamos presentes y adaptarnos a la realidad de cada uno de ellos, con diferentes protocolos destinados a proteger la seguridad y salud de nuestros principales stakeholdersnuestros empleados”, afirmó Díaz-Faes. El mensaje tiene que ser igual para todos, para los que están en barcos y para los que cuidan de los animales en acuicultura (que no entienden de cuarentenas), para la gente que sigue trabajando en las fábricas o los que pueden teletrabajar. Nadie se puede sentir discriminado respecto a otro compañeroañadió. “Como empresa de alimentación jugamos un papel fundamental en esta crisis global, y tenemos el deber social de asegurar el abastecimiento de la población. Es momento de motivar y agradecer a nuestros 10.000 empleados su esfuerzo diario”, explicó la Dircom de Pescanova

Díaz-Faes se refirió también a la importancia de contar con un plan de crisis actualizado. “En estos días, en Pescanova, el Comité de Crisis se reúne todas las mañanas a primera hora, siguiendo un guion establecido y siendo muy operativos y prácticos”, dijo. “A continuación, cada director general de la compañía se reúne con el Country Manager de su área para trasladarle la información y poner en marcha las nuevas medidas, que cada uno lleva a su comité de crisis nacional, y adaptan los protocolos día a día. La evolución de la pandemia es distinta en cada uno de los mercados en los que trabajamos, es fundamental que sepan cómo actuar y qué protocolos seguir en cada etapa de esta crisis”, señaló Díaz-Faes.

FAKES NEWS Y DESINFORMACIÓN

Por su parte, Isabel Perancho, se refirió a la saturación informativa a la que estamos expuestos, en un entorno en el que las fake news se expanden sin control, “por eso es importante hacer un cribado y distinguir entre la información rigurosa y las medias verdades”, señaló.

En este sentido, López-Quesada reivindicó el papel de los medios “tradicionales” en este momento, ya sean on u offline.  “Los medios van a salir reforzados de esta crisis por el importante papel que están jugando”, aseguró el presidente de Dircom quien también se refirió al papel que está jugando WhatsApp y otras redes sociales en términos de comunicación, pues en un momento de tensión como el que estamos viviendo, está favoreciendo la evasión psicológica que a veces necesitamos.

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Dircom lanza ‘17 + 1 tendencias para dirigir la Comunicación’, una pieza clave para anticipar el futuro

28 febrero 2020 |by Fundacom | Comentarios desactivados en Dircom lanza ‘17 + 1 tendencias para dirigir la Comunicación’, una pieza clave para anticipar el futuro | Actualidad | ,

La Asociación de Directivos de Comunicación, Dircom, recopila en formato digital las tendencias clave de los Anuarios de la Comunicación de Dircom de 2017, 2018 y 2019

Madrid, 3 de febrero de 2020. La Asociación de Directivos de Comunicación, Dircom, edita una edición especial y única que reúne las tendencias clave de los Anuarios de la Comunicación Dircom de 2017, 2018 y 2019, analizando los estudios más relevantes de la profesión de los últimos años y definiendo las 17 + 1 tendencias en las que debe poner el foco el profesional de la comunicación.

La Trilogía de la Comunicación de Dircom, 17 + 1 tendencias para dirigir la Comunicación, recoge los elementos clave del ámbito de la comunicación, fundamentales para ayudar a interpretar los cambios que el sector y la sociedad está sufriendo de forma cada vez más acelerada, de la mano los principales expertos en cada una de las áreas.

Esta trilogía responde a las demandas de los profesionales de la Comunicación de contar con una publicación única que albergue los elementos clave que les permitan dirigir la Comunicación a través de las tribunas, casos y análisis de las tendencias que marcarán el futuro.

Una edición que nace en formato digital y que se puede consultar a través de cualquier dispositivo electrónico con acceso a internet, ya sea un ordenador, tablet o smartphone.

‘17 + 1 tendencias para dirigir la Comunicación’ se puede adquirir a través del canal digital de venta de Dircom en Amazon, teniendo así la posibilidad de llegar a públicos de todo el mundo y de difundir el conocimiento del sector entre los profesionales interesados.

‘17 + 1 tendencias para dirigir la Comunicación’

La publicación recoge los ámbitos de trabajo que destacan en el presente del sector de la Comunicación y señala aquellos que lo harán en el futuro. Podremos encontrar temáticas tan interesantes como la confianza, estrategia, comunicación interna, comunicación móvil, big data, contenidos, empresa social, Inteligencia Artificial, posverdad, comunicación visual, management, marketing-comunicación, ética y verdad, blockchain y comunicación, comunicación y personas, marcas con propósito, medición, y las Global Capabilities.

La Trilogía de la Comunicación de Dircom se encuentra disponible en formato KDP Print Réplica el canal de Dircom en Amazon, a un precio especial de 19,95 €.

Puedes hacerte con tu ejemplar en el siguiente enlace.

El Manual de la Comunicación de Dircom, también a la venta en formato digital

Dircom puso en marcha en septiembre de 2019 su canal de venta digital en la plataforma Amazon, en un paso más por el compromiso de llegar a todos los públicos.

La primera publicación que se puso a disposición de los usuarios fue el ‘Manual de la Comunicación que recoge cómo se debe estructurar un departamento de Comunicación en empresas e instituciones.

La edición digital está disponible de igual forma en el canal de Dircom en Amazon, por tan solo 5,99 €. Puedes adquirir también este ejemplar aquí.

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“Los periódicos no morirán cuando lo hagan sus actuales lectores. Hay que sumar jóvenes periodistas con visiones nuevas a las redacciones”

6 diciembre 2019 |by Fundacom | Comentarios desactivados en “Los periódicos no morirán cuando lo hagan sus actuales lectores. Hay que sumar jóvenes periodistas con visiones nuevas a las redacciones” | Actualidad |
  • Jean Christophe Demarta, Senior VicePresident Global Advertising de The New York Times ha compartido las claves del éxito del centenario medio estadounidense
  • ‘The New York Times’ apuesta por un modelo basado en las suscripciones para el futuro de los medios
  • “El branded content se debe crear siempre pensando en el lector” 

Madrid, 16 de octubre de 2019. La Asociación de Directivos de Comunicación, Dircom, ha organizado un encuentro exclusivo con Jean Christophe Demarta, Senior VicePresident Global Advertising de The New York Times, quién ha compartido las claves de la transformación editorial y digital de este influyente medio estadounidense. La jornada ha tenido lugar en la Universidad CEU San Pablo de Madrid, y ha contado con más de un centenar de asistentes, entre directivos y estudiantes de periodismo de la propia universidad.

Entre los temas que se han debatido en la jornada han destacado la importancia de contar con gente joven en las redacciones periodísticas, así como con técnicos cualificados capaces de crear contenido visual, interactivo y atractivo. 

Demarta ha reconocido que uno de los problemas actuales que tiene el periodismo y los medios es la propagación masiva de las fake news, contra las que el New York Times trabaja de forma constante para la verificación de datos: “Es muy difícil y complicado hablar de este tema. Incluso nosotros mismos, como medio, hemos sido calificados de fake news”.

La base del éxito del grupo editorial con el modelo de pago más grande del mundo – 4,7 millones de suscripciones de pago -, es dar al lector información de calidad, contrastada y con nuevos diseños de contenido para que resulte atractiva la información. “En 2017, el mercado empezó a reconocer que un cambio de modelo económico para un medio de información basado en la suscripción de contenidos de calidad era necesario y que la información gratuita no tenía sentido», ha manifestado Demarta durante su intervención.

El Vicepresidente de New York Times también ha destacado que cuando la principal fuente de financiación para un medio no es la publicidad, se puede centrar en la información de calidad sin pensar a quién beneficia o perjudica. “Es un mito pensar que la publicidad digital puede llegar a pagar únicamente un periodismo de calidad. No es cierto». Demarta ha puesto como ejemplo el modelo de negocio de su medio, que centra la mayor parte de los ingresos en las suscripciones de sus lectores y no en la publicidad.

La bienvenida al acto ha sido llevada a cabo por Natalia Pérez Velasco, directora del Grado de Periodismo en la Universidad CEU San Pablo, quién ha recordado la importancia que tiene la profesión para el futuro de la democracia.

Eduardo Bartolomé, vicepresidente de Dircom y director de Comunicación y Relaciones Institucionales de Siemens, ha sido el encargado de conducir y presentar el posterior diálogo con Demarta y los asistentes.

Asimismo, Demarta ha planteado que una de las claves del futuro de la financiación de los medios no está tanto en la publicidad tradicional, sino en la generación de Branded Content de calidad. “Hay que mantenerse fiel a tu promesa de marca, crear historias que se adapten a todas las plataformas, hacerlo interesante, visual y con movimiento, y fomentar la interacción de los lectores”.

Sobre Dircom

Dircom es la asociación profesional que agrupa en España a los directivos y a los profesionales de la Comunicación de empresas, instituciones y consultoras.

Fundada en 1992, tiene como visión poner en valor la función de la comunicación y del director de comunicación en las organizaciones de tal forma que dicha competencia y sus responsables sean considerados como un área y un directivo estratégicos.

En la actualidad, cuenta con más de 1.000 socios y 8 delegaciones en Aragón, Canarias, Castilla y León, Catalunya, Galicia, Comunitat Valenciana y Región Murcia, zona Norte y Andalucía.

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Dircom inaugura su canal de venta de publicaciones digitales en Amazon

14 octubre 2019 |by Fundacom | Comentarios desactivados en Dircom inaugura su canal de venta de publicaciones digitales en Amazon | Actualidad | , ,

Las publicaciones más relevantes de Dircom se podrán adquirir a través del canal digital de venta que la Asociación ha abierto en Amazon, en un paso más por llegar a públicos de todo el mundo y difundir el conocimiento del sector entre todos los profesionales interesados.

La primera publicación que Dircom ha puesto a disposición de los usuarios ha sido el Manual de la Comunicación, la primera publicación que recoge cómo se debe estructurar un departamento de Comunicación en empresas e instituciones.

El libro, referente en el sector, recoge una primera parte teórica, que introduce la historia y la evolución de la comunicación. En un segundo bloque, detalla cómo debe ser un modelo organizativo de la Dirección de Comunicación en función del tamaño de la empresa, describe el perfil competencial del director de Comunicación y de los responsables de Comunicación, y determina el salario correspondiente a cada miembro del departamento según su función. Por último, incluye un modelo de gobernanza que muestra el funcionamiento operativo de una Dirección de Comunicación en una gran empresa.

Sin lugar a duda, se trata de un libro indispensable para profesionales de la comunicación, profesores y académicos del sector y estudiantes de la materia.

La edición digital está disponible como ebooks Kindle Print Replica en el canal de Dircom en Amazon, y mantiene el mismo formato y composición que la edición impresa. Puedes hacerte con tu ejemplar por tan solo 5,99 €.

A la venta en: https://www.amazon.es/dp/B07X42HFH5

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Dircom presenta el Anuario de la Comunicación 2019 con las cinco tendencias que marcarán el futuro de la comunicación

8 agosto 2019 |by Fundacom | Comentarios desactivados en Dircom presenta el Anuario de la Comunicación 2019 con las cinco tendencias que marcarán el futuro de la comunicación | Actualidad | ,

XXVI ASAMBLEA GENERAL ORDINARIA DE DIRCOM

  • La ministra de Educación, Isabel Celaá, clausura la XXVI Asamblea General de Dircom
  • Isabel Celaá ha resaltado la importancia de la educación, de la comunicación social y de los valores para convertirnos en una sociedad responsable.
  • Según el Anuario de la Comunicación, el 64 % de los consumidores escogerán, cambiarán, evitarán o boicotearán una marca en función de asuntos políticos o sociales.
  • Más de 350 profesionales han acudido al acto de presentación del Anuario de la Comunicación, y se ha retransmitido a través de Facebook Live.

Madrid, 3 de julio de 2019. La Asociación de Directivos de Comunicación, Dircom, ha celebrado este miércoles 3 de julio, en CaixaForum Madrid, ante más de 350 asistentes, su XXVI Asamblea General, en el marco de la cual se ha presentado el Anuario de la Comunicación 2019.

Anuario_Dircom_2019_Auditorio

Isabel Celaá, ministra de Educación y formación profesional y portavoz del Gobierno, ha intervenido durante la Asamblea de Dircom indicando que “toda nuestra cultura es comunicación, desde Altamira hasta los tatuajes de las tribus urbanas, pero la comunicación más importante es la guiada por la educación”.

Celaá, a su vez, también se ha referido a la educación como la herramienta clave de la igualdad de oportunidades y como “el petróleo de nuestros días, un factor económico de primer orden”.

La inauguración de la jornada ha estado a cargo de Miguel López-Quesada, presidente de Dircom, quién ha recordado que “los dircoms tenemos en nuestras manos la reputación y la coherencia de los valores de nuestras organizaciones”, haciendo hincapié en el reto que supone alinear la estrategia de negocio para asegurar el éxito.

López-Quesada, junto al Director General de la Fundación Bancaria ‘la Caixa’, Jaume Giró, han mantenido una interesante conversación sobre la transformación de la sociedad y el futuro de la profesión del comunicador.

Giró ha asegurado que “la educación es la piedra fundamental de la estructura de un país y el nuevo paradigma pasa por preparar a los jóvenes en cuatro competencias clave: pensamiento crítico, creatividad, comunicación y trabajo en equipo”.

Asimismo, el director de la Fundación Bancaria ‘la Caixa’ ha señalado la gran labor de los medios de comunicación ya que “los dircoms los necesitamos para buscar juntos la veracidad y la objetividad. Debemos apostar por la transparencia y la nobleza en el juego, nunca debe morir el periodismo”.

Por su parte, López-Quesada ha adelantado que “el dircom es una profesión que se está rejuveneciendo, y los profesionales que se incorporan ahora deberán aprender mucho más rápido de los que llevamos más tiempo”.

La jornada ha transcurrido, además, con la intervención de dos ponencias clave. Mario Páez, CFO de Campofrío Food Group, ha detallado cómo su compañía se ha convertido en un referente de una marca con propósito: “Nuestro propósito es generar valor en las personas, no solo entregar un producto, sino también un valor añadido, como una emoción o compartir momentos interesantes”.

Sobre la importancia de las personas ha tratado la intervención de Luis Pardo, CEO de SAGE Iberia, quien ha determinado que “son las personas con su conocimiento, liderazgo y capacidad de toma de decisiones quiénes tienen el verdadero poder para transformar digitalmente la cultura corporativa”.

Por su parte, José Fernández-Álava de la Vega, director general de Dircom, ha presentado las cinco tendencias que se recogen en la 23ª edición de la publicación de referencia para los comunicadores.

Los temas que marcarán el futuro de la comunicación son Ética y Verdad, Blockchain y Comunicación, Comunicación y Personas, Marcas con Propósito y Medición. Además, el Anuario de la Comunicación incluye una tendencia marco que señala las once capacidades globales que debe tener un dircom.

El evento, que ha tenido un alto nivel de representación institucional, como CEOs, autoridades políticas y empresariales, ha sido conducido por la periodista Ana Samboal, y ha contado con la traducción simultánea a lengua de signos por parte de Ilunion. Asimismo, se ha entregado un ejemplar del Anuario de la Comunicación 2019 de Dircom, patrocinado por Kantar y Mediaset, a todos los asistentes.

Miguel L¢pez-Quesada, Isabel Cela†, Jaume Gir¢ y Eduardo BartolomÇ

Videonoticia: https://www.youtube.com/watch?v=09gOBnInV9U&list=PLy2iNviDlJVB-3eS5O4hwTg3E2do0pf7O&index=1

Entrevista a Mario Páez: https://www.youtube.com/watch?v=K7sXBuJh4Ug&list=PLy2iNviDlJVB-3eS5O4hwTg3E2do0pf7O&index=2

Entrevista a Luis Pardo: https://www.youtube.com/watch?v=ek2VQ60IcRM&list=PLy2iNviDlJVB-3eS5O4hwTg3E2do0pf7O&index=3

Totales ministra: https://www.youtube.com/watch?v=7sRarKGl4cQ&list=PLy2iNviDlJVB-3eS5O4hwTg3E2do0pf7O&index=4

Qué es Dircom

Dircom es la asociación profesional que agrupa en España a los directivos y a los profesionales de la Comunicación de empresas, instituciones y consultoras.

Fundada en 1992, tiene como visión poner en valor la función de la comunicación y del director de comunicación en las organizaciones de tal forma que dicha competencia y sus responsables sean considerados como un área y un directivo estratégicos.

En la actualidad, cuenta con más de 1.000 socios y 8 delegaciones en Aragón, Canarias, Castilla y León, Catalunya, Galicia, Comunitat Valenciana y Región Murcia, zona Norte y Andalucía.

 

Para ampliar la información puedes contactar con:

Departamento de comunicación de Dircom.

Tfno.: 917021377 ext.4 | comunicacion@dircom.org

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La comunicación multiplataforma y sus profesionales, clave del éxito de los partidos políticos

21 junio 2019 |by Fundacom | 0 Comments | Actualidad |
  • La lucha contra las ‘fake news’ pone de acuerdo a los partidos
  • La comunicación política en tiempos de elecciones: estrategias y claves

Responsables de Comunicación de los principales partidos políticos de España se han reunido para debatir las estrategias de comunicación de las campañas electorales, en una jornada organizada por la Asociación de Directivos de Comunicación, Dircom, en el auditorio de Abertis, en Madrid.

En la mesa se han tratado temas como la influencia de los medios tradicionales para movilizar el voto, el papel de las redes sociales en las campañas electorales o los efectos de las ‘fake news’ en los resultados electorales.

Maritcha Ruiz, directora de Comunicación del Partido Socialista Obrero Español, ha abierto el debate señalando que “la campaña del Partido Socialista ha sido más dialogante y convulsa, y había un relato detrás, que eran los diez meses de gobierno de Pedro Sánchez”.

Por su parte, Margalida Prohens, secretaria de comunicación interna del Partido Popular, ha indicado, sobre los próximos comicios autonómicos y locales del 26 de mayo, que “son unas elecciones con mayor libertad, ya que se marca un perfil más propio, con especial importancia a los medios regionales y locales. Los electores otorgan una mayor credibilidad e influencia a la cercanía”.

Sobre el papel de redes sociales en la comunicación política, Juanma del Olmo, director de Comunicación de Podemos, ha señalado que “no es un medio de comunicación tradicional, pero hay que empezar a ubicarlo y categorizarlo. Dar una respuesta inmediata es clave en estos momentos”.

“Si Vox existe es gracias a las redes sociales”, ha indicado Manuel Mariscal. vicesecretario de Comunicación de Vox. “Las redes han sido nuestro principal altavoz, y nos han permitido introducir debates y temas que los medios de comunicación habían dejado de lado, democratizando así la comunicación”.

Sobre este tema también ha mostrado su opinión Marc Berruezo, responsable de Comunicación de Ciudadanos, quién ha apuntado que “las redes han sido un elemento fundacional, y han permitido la medición y la segmentación de audiencias, lo que son varios puntos a favor”. También ha apuntado que “hay que estar alerta y mitigar las fake news que se divulgan en ellas”.

Del Olmo (PODEMOS) ha sido crítico con la forma de “hacer digerible” la política por parte de los medios de comunicación, ya que “se transforma en un producto de televisión y en un reality show. Tenemos encuestas cada dos días porque convierten la política en un concurso, y le dan un elemento de entretenimiento”.

Por su parte, Mariscal (VOX) ha mencionado que “para Vox los medios son como un partido más de la oposición, y no son un referente de la información objetiva y veraz”. También ha hecho alusión a la grave crisis de credibilidad por la que están pasando, “algo negativo porque cumplen un papel fundamental en la población. Deben de hacer autocrítica”.

Sobre la crisis de confianza en la información también ha participado Prohens (PP), quién ha destacado que “también hay un debate de la credibilidad en las redes sociales, y nos dirigimos, cada vez más, a un público más crítico”. La diputada popular ha reivindicado la política “más allá de los 140 caracteres y del reality” ya que se debe apostar por una política “sosegada y de debate, con un análisis más profundo, aunque sea menos llamativo y llene menos espacios”.

La jornada, moderada por Carlota del Almo, directora de Comunicación de Penguin Random House y tesorera de Dircom, y por Alberto Estévez, director de Comunicación de la CNMV y vocal de la Junta Directiva de Dircom, ha concluido con una mesa de debate con periodistas, en la que han intervenido José Manuel Huesa, director general de Servimedia, Gabriel Sanz, corresponsal político de Vozpópuli, y Mariluz Peinado, responsable de Verne.

Sobre Dircom

Dircom es la asociación profesional que agrupa en España a los directivos y a los profesionales de la Comunicación de empresas, instituciones y consultoras.

Fundada en 1992, tiene como visión poner en valor la función de la comunicación y del director de comunicación en las organizaciones de tal forma que dicha competencia y sus responsables sean considerados como un área y un directivo estratégicos.

En la actualidad, cuenta con más de 1.000 socios y 8 delegaciones en Aragón, Canarias, Castilla y León, Catalunya, Galicia, Comunitat Valenciana y Región Murcia, zona Norte y Andalucía.

Enlaces entrevistas de los ponentes:

  • Manuel Mariscal (VOX): https://www.youtube.com/watch?v=SCf7nng2zsA
  • Maritcha Ruiz (PSOE): https://www.youtube.com/watch?v=N2B406_OW-8
  • Margalida Prohens (PP): https://www.youtube.com/watch?v=-tqwPAZNszQ
  • Mesa resumen: https://www.youtube.com/watch?v=XTLZnKhuoDI
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El II HR & Dircom International Forum pone de manifiesto la importancia de la alineación entre Comunicación y Recursos Humanos

25 abril 2019 |by Fundacom | Comentarios desactivados en El II HR & Dircom International Forum pone de manifiesto la importancia de la alineación entre Comunicación y Recursos Humanos | Actualidad | , ,

Directivos de Comunicación y de Recursos Humanos de Bankia, Movistar + y Leroy Merlin han debatido sobre la importancia del impacto que tienen estas áreas sobre el éxito de las empresas.

También han intervenido Helen Baron, co-convenor of the BPS Working Group on Assessment, y Carlos Rey, director de la Cátedra de Direcciones por Misiones y Gobierno Corporativo de la Universidad Internacional de Cataluña.

Corporate Excellence Centre for Reputation Leadeship, la Asociación de Directivos de Comunicación, Dircom, y DCH-Organización Internacional de Directivos de Capital Humano, han organizado la segunda edición del foro de debate entre las áreas de Recursos Humanos y Comunicación.

El HR & Dircom International Forum se ha convertido en un punto de encuentro imprescindible para los directores de RR. HH. y directores de Comunicación. En esta nueva edición, que ha tenido lugar en el Auditorio Bankia, en Madrid, y que ha reunido a casi 200 asistentes, han participado profesionales de empresas tan relevantes como Bankia, Movistar + Leroy Merlin.

La bienvenida ha estado a cargo de Amalia Blanco, directora general de Comunicación y Relaciones Institucionales de Bankia, quién ha resaltado la importancia de construir la reputación entre todos los miembros de la organización. También ha tomado la palabra Ángel Alloza, CEO de Corporate Excellence – Centre for Reputation Leadership, quién ha defendido que “la reputación de una empresa es la que marca la diferencia, y en la construcción de la misma los empleados tienen un rol clave; de ahí la necesidad de tejer puentes entre las áreas de comunicación y las de personas”.

Juan Carlos Pérez Espinosa, presidente del Consejo Rector de DCH, ha defendido la idea de que el éxito de las organizaciones se basa en vincular la función de la dirección de Personas con las otras direcciones. Por su parte, Miguel López-Quesada, presidente de Dircom, ha manifestado que “la escucha activa, la verdad y la credibilidad son los agentes para generar el cambio en una organización, y estar alineados con otras direcciones es fundamental”.

Helen Baron, co-convenor of the BPS Working Group on Assessment, ha sido la encargada de hacer la ponencia inaugural, centrada en la importancia de los procesos de selección para la organización: “A la hora de seleccionar a tu equipo, han de tomarse decisiones con los datos correctos. Ahí está la clave para hacer las preguntas acertadas que nos den las respuestas que necesitamos”.

También ha participado en el evento Carlos Rey, director de la Cátedra de Direcciones por Misiones y Gobierno Corporativo de la Universidad Internacional de Cataluña, con un discurso centrado en la importancia que el propósito supone para la Comunicación y alineamiento de la Cultura Corporativa. “Las empresas con mayor propósito tienen el doble de resultados, y todos los estudios corroboran estos datos”.

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En los diálogos han participado los directivos de Recursos Humanos y Comunicación de Bankia, Leroy Merlín y Movistar +, moderados por Helena Borrás, experta en Cultura organizacional para la Transformación Continua.

  • BANKIA

David López, director general adjunto de Personas y Cultura de Bankia, ha destacado que “el futuro pasa por ser personas y comunicación al cuadrado. La escucha activa tiene que estar presente, y debemos poner al empleado en el centro de las decisiones que tomemos”.

En esa misma línea ha argumentado Amalia Blanco, dircom de Bankia, quién ha señalado que “es labor compartida entre Comunicación y Recursos Humanos crear una imagen atractiva de nuestra organización hacia la sociedad. De esta manera, conseguiremos atraer y retener al talento«.

  • LEROY MERLIN

Otra empresa protagonista de los diálogos ha sido Leroy Merlín. Ana Belén Rodríguez, directora de Atracción de Talento, ha defendido que en su compañía “las direcciones de Comunicación y Personas siempre han trabajado de la mano, y la responsabilidad ha ido evolucionando respecto al desarrollo de la estrategia».

La responsable de Comunicación Corporativa y Negocio Responsable de Leroy Merlin, Susana Posada, ha defendido la necesidad de conectar con la sociedad, manifestando que “solo se conecta a través de los valores y de nuestras Personas. Tratamos de empatizar con el cliente y ayudarle creando entornos para vivir mejor».

  • MOVISTAR +

Para concluir esta serie de diálogos, Jose María Pestaña, Chief Resources Officer de Movistar +, ha explicado la experiencia propia de su compañía, que ha colocado al empleado en el centro, “haciéndole partícipe de cómo estaba cambiando el sector audiovisual, ya que, colaborando entre todos, el éxito estaba asegurado».

Purificación González, directora de Comunicación y RR. EE. de Movistar +, ha coincidido con su compañero, detallando que “en el proceso de transformación de Movistar, RR.HH. y Comunicación hemos trabajado para que los empleados fueran los principales embajadores de nuestra marca. Siempre hemos sido un equipo y solo lo concebimos así».

La jornada, moderada por Fernando Vargas, director de Proyectos de la Escuela Europea de Coaching, ha finalizado con un interesante coloquio en el que los asistentes han podido debatir con los ponentes temas de primer nivel como la importancia de la transparencia en las organizaciones, la de compartir y motivar al empleado, o la de crear ecosistemas de transformación para la organización. 

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Los organizadores

Organización Internacional de Directivos de Capital Humano – DCH

DCH – Organización Internacional de Directivos de Capital Humano es el mayor ecosistema de directivos de RR. HH de España, formado por más de 1000 asociados. Tiene como principal objetivo desarrollar toda el área concerniente al ámbito directivo de capital humano en organizaciones y asociaciones.

Para ello, facilita el intercambio de experiencias entre Directivos de Capital Humano de diferentes países e informa, a todos sus miembros, sobre cualquier iniciativa o noticia relacionada con los Recursos Humanos.

Asociación de Directivos de Comunicación – Dircom

Dircom es la asociación profesional que agrupa en España a los directivos y a los profesionales de la Comunicación de empresas, instituciones y consultoras.

Fundada en 1992, tiene como visión poner en valor la función de la comunicación y del director de comunicación en las organizaciones de tal forma que dicha competencia y sus responsables sean considerados como un área y un directivo estratégicos.

En la actualidad, cuenta con más de 1.000 socios y 8 delegaciones en Aragón, Canarias, Castilla y León, Catalunya, Galicia, Comunitat Valenciana y Región Murcia, zona Norte y Andalucía.

Corporate Excellence – Centre for Reputation Leadership

Fundación empresarial creada por grandes empresas para profesionalizar la gestión estratégica e integrada de los intangibles clave como la reputación, la marca, la comunicación, el negocio responsable, el buen gobierno, los asuntos públicos, el talento y las métricas. Su misión es la de ser el motor que lidere y consolide la gestión profesional de los intangibles como recurso estratégico que guían y construyen valor para las empresas en todo el mundo. Patronato: BBVA, CaixaBank, Naturgy, Iberdrola, Santander y Telefónica. Empresas colaboradoras: Abertis, Bankia, Bankinter, Cepsa, Cemex, Damm, DKV Seguros Médicos, El Corte Inglés, Gestamp, Ibercaja, MAPFRE, Leroy Merlin, Quirón Salud, Suez Spain y Grupo Volkswagen.

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Informe Gendercom: Brechas y oportunidades de género en la profesión de gestión de la comunicación en España

26 febrero 2019 |by Fundacom | Comentarios desactivados en Informe Gendercom: Brechas y oportunidades de género en la profesión de gestión de la comunicación en España | Actualidad | ,

El escenario que nos proporciona el Informe Gendercom se caracteriza por realizar una fiel investigación de la situación laboral de las mujeres en el mercado de trabajo de la gestión de la comunicación.

De acuerdo con los datos del informe, hoy en día siguen existiendo desigualdades por género en las organizaciones y en los departamentos de Comunicación. Y es responsabilidad de la empresa socialmente comprometida con su sociedad adoptar medidas para seguir avanzando en la igualdad de géneros.

Fiel a este compromiso, la Asociación de Directivos de Comunicación, Dircom, como agente promotor de la inclusión en nuestras organizaciones en todos sus aspectos, en general, y en la diversidad de género, en particular, ha publicado este informe con el apoyo del Ministerio de Trabajo, Migraciones y Seguridad Social y la colaboración de Euprera.

La investigación corrobora por primera vez con datos científicos las desigualdades de género existentes en el sector de la Comunicación, persistiendo problemas como el techo de cristal, la brecha salarial y las desigualdades de género en cuanto a las responsabilidades familiares:

  • En el sector de la Comunicación hay un acceso mayoritario de mujeres (56,1 %), por lo que puede sufrir los riegos de una profesión feminizada (bajada de salarios, techo de cristal, pérdida de influencia, etc.).
  • Perdura el techo de cristal, ya que, pese a que las mujeres superan en número a los hombres, su presencia disminuye en los puestos más altos. El 71,3 % de los hombres ocupan puestos de dirección vs el 56,1 % de las mujeres.
  • La brecha salarial se mantiene en todos los puestos, siendo más reseñable en los cargos directivos. Un 11,7 % de las mujeres cobran más de 100.000 euros frente al 27% de los hombres en los mismos puestos de dirección.
  • La brecha salarial se muestra como un importante factor de insatisfacción laboral para las mujeres. Un 95,8 % de las mujeres poco satisfechas con su trabajo consideran que su salario es inadecuado.
  • El conflicto trabajo-vida personal afecta principalmente a las mujeres profesionales con familiares dependientes a su cargo. Las mujeres menos estresadas son las que tienen más tiempo de ocio y no tienen hijos o dependientes a su cargo. Por el contrario, un 85,7% de mujeres que cuentan con muy poco tiempo de ocio son las que tienen personas dependientes o hijos a su cargo.
  • Las mujeres profesionales con familiares dependientes muestran mayores niveles de insatisfacción laboral. La mayoría de los hombres con familiares dependientes están satisfechos con su trabajo (64 %). En cambio, la mayoría de las mujeres con responsabilidades familiares están insatisfechas con su trabajo (69,2 %).
  • Las mujeres que tienen mayores niveles de estrés son mayoritariamente las que tienen responsabilidades familiares a su cargo (59,1 %). El 75 % de las profesionales con dependientes a su cargo dedican entre dos y seis horas semanales a trabajo no remunerado en el hogar. En el caso de los hombres, no se muestra una correlación entre estrés, familiares dependientes y horas de trabajo no remunerado en el hogar.

 

Descárgate aquí el Informe completo.

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